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Moka direciona MDB fortalecendo candidaturas de corumbaenses

20 julho 2018 - 09h47Sylma Lima
O senador fez questão de lembrar que tem percorrido todo interior do Estado e que fortaleceu Corumbá com emendas e principalmente o Fonplata. Foto: Ana Lima

O senador Waldemir Moka (MDB), atualmente relator do orçamento do governo federal, esteve em Corumbá durante toda esta quinta-feira,19, acompanhado do ex prefeito Paulo Duarte (MDB) para reunir as lideranças e debater sobre as candidaturas do pleito 2018. Em entrevista exclusiva ao Capital do Pantanal antes da convenção realizada na Associação Comercial o senador disse que ainda não está definida a situação da sigla em MS com relação ao vice do pré candidato André Puccinelli, que a principio estava marcada para final deste mês e foi prorrogada para o dia 4 de agosto próximo.  Indagado sobre coligações que fortalecerão o MDB na marjoritaria, enfatizou que “estas duas semanas que faltam serão decisivas para a definição geral e tudo é possível em se tratando de política”.

Falou também, quanto da possibilidade do ex senador Delcídio Amaral (PTC), numa situação hipotética, fazer ‘dobradinha’ com ele, numa costura  audaciosa  de composição de chapa, “tem que observar os prazos para sua elegibilidade e as articulações  poderão, sim, acontecer desde que ele consiga o que for preciso perante a justiça eleitoral. Eu pessoalmente não possuo restrições a ninguém e tenho adversários, e não inimigos”. Quanto a possibilidade do vice de Puccinelli vir do interior, ele foi evasivo, “pode vir de Dourados, ou de Campo Grande”, deixou a surpresa para 4 de Agosto.  

Moka discorreu sobre o cenário politico , atuação  sua trajetória como senador da república do interior de MS. Fez questão de ressaltar que desde o mandato de deputado federal tem mandado emendas de bancadas para Corumbá, “vivo percorrendo todo  interior haja vista as  constantes visitas e emendas parlamentares e recursos do FONPLATA, onde estão a disposição do município os R$ 40 mi,  que irão fomentar o desenvolvimento econômico de Corumbá. Aprovei na bancada as 1.550 casa que já foram entregues na parte alta da cidade, o Flaboyant I e II. Na época o então prefeito Paulo Duarte nos procurou em Brasília e, eu consegui a contrapartida do município com a doação do terreno, além disso, conseguimos manter a 18ª Infantaria de Fronteira Ricardo Franco na cidade, cujo fim da unidade já estava publicado pelo Exercito  no Diário Oficial”.

Confiante na reeleição Moka enfatizou que sua votação está consolidada nos municípios e que isso lhe dá certa confiança,”em  eleições ninguém pode dizer se está ou não eleito, porque será um pleito duro e disputado este ano”, mas que tem autoconfiança em função do trabalho já realizado e por realizar. Acrescentou  que é um parlamentar que não possui nenhum processo ou citação a responder e que sempre honrou os votos do cidadão sul mato-grossense e que essa situação lhe dá certa vantagem, “porque as pessoas com certeza irão analisar e, pela primeira vez irão usar um critério melhor para eleger os seus representantes, pois tenho observado um amadurecimento político”.

Moka percorreu Corumbá com Paulo Duarte e o vereador Gabriel Oliveira. Foto: CDP

Como Corumbá tem sido frequentemente citada como cidade do ‘ja teve’ ele relembrou de Pedro Paulo de Barros Lima, Armando Anache, Elizio Curvo, Paulo Duarte, Sandro Fabi, Manoel Vitório e o Delcídio do Amaral , “ a cidade foi bem representada. Agora é hora de consolidar que precisam eleger novamente corumbaenses legítimos para voltar ao cenário político. Por isso apostamos em dois nomes ‘ficha limpa’, e que foram prefeitos respeitados e com transito livre em Brasília que são: Duarte e Éder Brambilla. Os eleitores precisam trazer esses dois nomes para as discussões e pensarem na obra que ambos fizeram pela cidade. Essa reunião tem como objetivo fazer um pacto com as lideranças do município para que Corumbá possa ser protagonista estadual” .

Com relação a segurança pública e imigração, assuntos em pautas e objeto de grandes discussões, deixou claro que a entrada dos imigrantes haitianos é responsabilidade do governo federal e que por ser uma cidade fronteiriça deve ter maior contingente da policia federal, civil, militar e efetivar ações debatidas nos últimos anos pelo Comitê Gestor do Sisfron, “a comunicação do Sisfron tem um defeito ,porque, não há entendimento entre eles e a policia civil e militar, e isso precisa ser resolvido porque eles tem a função de combater o crime organizado” .

Disse que vai lutar para trazer recursos direcionados para os imigrantes, “ que devem ser acolhidos e ajudados” .Falou sobre a necessidade  do reforço na segurança  através do aumento de efetivo das forças policiais direcionadas para as Fronteiras, “ não adianta invadir morros no Rio de Janeiro e tentar acabar com o crime, se não fecha a porta de entrada” .

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