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Ministro do STF homologa delação premiada de Delcídio do Amaral

15 março 2016 - 15h21Campo Grande News
O ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal), homologou nesta terça-feira (15) a delação premiada fechada entre o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) e a Procuradoria-Geral da República, para colaboração nas investigações da Operação Lava Jato. De acordo com o Portal G1, a partir deste ato, que concede validade jurídica às declarações do senador, na colaboração premiada, a PGR poderá separar os fatos contados pelo parlamentar sobre crimes e pessoas supostamente envolvidas. Há duas semanas, a Revista IstoÉ divulgou trechos da delação de Delcídio, que pediu período de seis meses de confidencialidade, para que suas declarações não afetassem seu processo de cassação no Senado. O pedido não foi aceito pelo ministro. Agora, já com o depoimento, a Procuradoria pode pedir novas investigações ao STF ou anexar elementos a inquéritos já em andamento. Atualmente, são ao menos 40 parlamentares e ministros investigados, além de 32 pessoas sem foro privilegiado. O depoimento ainda segue sob sigilo, embora alguns trechos já tenham sido revelados na publicação semanal. Conteúdo - Em 400 páginas de depoimento na delação premiada pela Lava Jato, o senador Delcídio do Amaral afirmou que o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff atuaram diretamente para atrapalhar a Operação Lava Jato, que investiga desvios na Petrobras, de acordo com a Revista IstoÉ. De acordo com a revista, a delação teria sido feita poucos dias antes da liberação do senador, em 19 de fevereiro, depois de quase três meses preso. Segundo a publicação, o senador afirma que a presidente Dilma tentou por três ocasiões interferir na Lava Jato, da qual a mais grave trata-se da nomeação do ministro Marcelo Navarro para o STJ. A função dele seria cuidar do “habeas corpus e recursos da Lava Jato no STJ”. Ela também teria tido participação na indicação de Cerveró, antes atribuída apenas a Lula e José Eduardo Dutra, ex-presidente da BR Distribuidora, falecido no ano passado. Mas segundo Delcídio, a atuação de Dilma foi “decisiva”. As revelações têm, segundo a revista, o potencial de acelerar o processo de impeachment da presidente, no Congresso. Sobre o ex-presidente Lula, o senador revelou que ele foi o mandante de pagamentos à família de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobas, este, por sua vez, pivô da prisão de Delcídio em 25 de novembro. A revista confirma, inclusive divulga trechos do que seriam os documentos da deleção, que Lula pediu “expressamente” para Delcídio intervir.  

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