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Médicos da Atenção Básica são capacitados sobre tratamento antirrábico

01 março 2018 - 08h36Kamilla Marques

Profissionais que compõem o programa nacional “Mais Médicos” e trabalham no Município de Corumbá realizam constantemente oficinas de atualização. Nesta semana, nos dias 27 e 28, a “Atualização de Atendimento Antirrábico” foi ministrada pela veterinária Walkíria Arruda, chefe do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), e pela enfermeira Mariângela Capurro, chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica de Doenças Transmissíveis. Promovida pela Secretaria Municipal de Saúde, a atualização teve como objetivo expor o novo protocolo de atendimento.

“Houve mudança no esquema de vacinas para humanos e estamos atualizando os médicos”, disse Mariângela. Agora, quem tiver sofrido mordida, lambedura ou arranhadura de animais desconhecidos realizam tratamento por meio de quatro doses da vacina antirrábica, uma a menos que o preconizado anteriormente. “Há epidemia de raiva na Bolívia e como somos fronteira seca estamos fazendo essa atualização, sem contar que em 2015 também tivemos epidemia em Corumbá”, lembrou a enfermeira.

Conforme ela, em Corumbá o número de pessoas atacadas por animais de rua é muito alto, mas os moradores têm se conscientizado mais e procurado atendimento médico o mais breve possível. “Alguns se recusam a princípio a terminar o tratamento por causa das quatro doses, mas eles acabam terminando”, afirmou Mariângela Capurro.

Conforme Walkíria Arruda, quando a pessoa receber lambedura, mordida ou arranhadura de animais desconhecidos deve, em primeiro lugar, lavar o local com água e sabão e, em seguida, buscar socorro médico no pronto-socorro ou UPA. Com relação à campanha de vacinação contra raiva, Corumbá acabou de concluir uma e a próxima está prevista para junho. Este ano ainda não foram registrados casos de raiva na cidade. Em 2017, apenas um caso confirmado. A veterinária alertou ainda para o cuidado com morcegos.

“Morcego no chão não é normal. Ao ver um morcego caído, o morador deve evitar manuseá-lo. A pessoa precisa entrar em contato com o CCZ para que possamos buscar o animal e realizar coleta de material para análise. Morcegos com comportamentos atípicos, quando voam e passam a bater em objetos, também não é normal. Pode se tratar de um morcego com raiva”, afirmou Walkíria. A chefe do CCZ enfatizou que se no ambiente houver outros animais como gato e cachorro, além de crianças, o morador deve colocar uma caixa ou balde em cima do morcego até a chegada da equipe do Centro de Controle de Zoonoses.

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