Menu
quarta, 22 de maio de 2024
Câmara de Corumbá - Maio Amarelo 2024
Andorinha - Novos Ônibus - Agosto 2023
Geral

Inflação para famílias de menor renda atinge 11,52%

06 janeiro 2016 - 11h55G1
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), relativa às famílias de menor renda (entre 1 e 2,5 salários mínimos) fechou 2015 com alta acumulada de 11,52%, resultado que chega a ser 0,99 ponto percentual superior à variação do IPC-BR (que abrange famílias com rendimento entre 1 e 33 salários), cuja alta no ano passado foi de 10,53%. Os dados relativos ao IPC-C1 foram divulgados hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Eles apontam que, em dezembro, a variação do indicador foi de 0,97%, taxa 0,09 ponto percentual abaixo da apurada em novembro, quando o índice registrou variação de 1,06%. Em dezembro, o IPC-BR acusou variação de 0,88%, alta também inferior à taxa das famílias de maior renda. A diferença é decorrente do maior peso dos preços dos alimentos na composição do IPC-C1, que teve forte variação no ano passado. Segundo informações da FGV, os alimentos fecharam 2015 com alta acumulada de 13%, a terceira maior para as famílias de baixa renda, ficando atrás apenas de habitação, com alta de 14,6%; e do grupo transportes (13,2%). Já a queda de 0,09 ponto percentual de novembro para dezembro para a inflação das famílias de menor renda reflete uma retração de preços em quatro das oito classes de despesa componentes do índice. O grupo alimentação fechou o último mês do ano com variação de 1,94%, uma desaceleração de 0,38 ponto percentual entre um mês e outro. Mesmo encerrando dezembro com desaceleração de 2,45 pontos percentuais em relação a novembro, a cebola foi o produto do grupo alimentação que influenciou na alta, ao encerrar dezembro com elevação de 20,13%. Habitação teve em dezembro alta de 0,34%, desacelerando em relação a 0,41% de novembro; comunicação passou de 0,65% para 0,06%; e transportes, de 0,83% para 0,79%. Nestes grupos, os destaques partiram dos itens hortaliças e legumes (22,92% para 8,68%), tarifa de eletricidade residencial (0,41% para 0,09%), tarifa de telefone residencial (1,18% para 0%) e gasolina (2,95% para 1,29%), respectivamente. Em contrapartida, fecharam com alta entre novembro e dezembro os grupos vestuário (0,37% para 1,04%), saúde e cuidados pessoais (0,40% para 0,49%), despesas diversas (0,10% para 0,17%) e educação, leitura e recreação (0,43% para 0,90%). Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: roupas (0,24% para 1,30%), medicamentos em geral (-0,02% para 0,18%), cartão de telefone (1,89% para 2,36%) e salas de espetáculo (0,42% para 2,14%).

Deixe seu Comentário

Leia Também

Economia
Começa amanhã consulta a maior lote de restituição do IR da história
Economia
Quase 50 mil pessoas buscam negociar dívidas em MS
Saúde
Projeto que institui vacinação nas escolas vai à sanção presidencial
Na Zona Rural
Vereador quer equipes da Assistência Social, atendendo assentamentos de Corumbá
Segurança
Táxis de Corumbá tem até 21 de junho para implantar QR Code de identificação
Transporte
Corumbá abre credenciamento para 30 autorizações de mototáxi
Marinha e Bombeiros
Idosa vítima de AVC é resgatada por aeronave em fazenda do Taquari
Incentivo
Agricultores familiares de Corumbá entregam 3 toneladas de alimentos no lançamento do PPA
Infraestrutura
Interditada: ponte sobre o rio Paraguai recebe 3ª concretagem neste no fim de semana
Na madrugada
Homem é preso vendendo droga em beco do bairro Borrowski

Mais Lidas

Agenda Cultural
Evento de som automotivo arrecada doações para RS e Instituto Novo Olhar
Na Câmara
Projeto de Lei Municipal torna laudos de TEA permanentes
Investigação
Padre de MS é denunciado por relacionar bruxaria e satanismo à tragédia no RS
Segurança
Denúncia de moradora recupera moto furtada no bairro Vila Mamona