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I Feira Negra de Corumbá acontece nesta quarta-feira

25 julho 2018 - 12h01Kamilla Marques

O Muhpan recebe nesta quarta-feira (25), a Fenacor – I Feira Negra de Corumbá que em uma roda de conversa discute o Empoderamento da Mulher Negra e a garantia dos Direitos, para que todos possam conhecer a cultura e até mesmo se identificar, no intuito de aumentar a valorização.

Barraca de comidas típicas. Foto: Vitor Viegas.

O evento com entrada gratuita teve início às 8h, com barracas de comidas típicas, artesanato, roda de capoeira e oficinas de tranças, turbantes e amarrados.

A segunda parte da Fenacor acontecerá na quinta-feira (26), na sede do IMNEGRA, localizado na Rua Delamare, 949, às 18h e haverá uma homenagem ao Dia de Luta das Mulheres Negras.

Em conversa com o Capital do Pantanal, Leticia Bueno, uma das coordenadoras do Coletivo Black Pant de crespas e cacheadas de Corumbá que é parceiro do evento disse que “O Imnegra faz esse evento em parceria com a Prefeitura, com nosso Coletivo e outros, para incentivar e principalmente levar o conhecimento e o empoderamento à mulher negra. Além disso, agora temos uma sala no Muhpan que é específica para falar da história dos negros do nosso Estado, o que é um grande avanço”.

Col. Black Pant.

Fundado em 2016, teve seu início em um encontro que aconteceu no porto geral, onde reuniu mais de 60 pessoas que participam da Cultura Afro, debatendo sobre o empoderamento feminino e negro, além de realizar sorteios de produtos de unhas e cabelos, sem desfocar do objetivo principal que é conversar sobre diversos assuntos e fazer novas amizades. Aberto para qualquer público, o Coletivo realizou quatro encontros, o ultimo em maio desse ano sendo todos bem sucedidos.

Conversa com Leticia do Coletivo. Foto: Divulgação.

25 de julho, Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha

A data foi criada em 25 de julho de 1992, durante o primeiro Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana, como marco internacional da luta e da resistência da mulher negra.

Cerca de 200 milhões de pessoas que se identificam como afrodescendentes vivem na América Latina e no Caribe, e são os mais afetados pela pobreza, marginalização e pelo racismo, que atingem ainda mais as mulheres negras.

No Brasil, a data também é nacional, foi instituída por uma Lei de 2014, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff, como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.

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