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Gráfica alvo da PF recebeu R$ 7,5 milhões para obras e até limpeza de cemitério em Corumbá

07 outubro 2020 - 13h27Redação Capital do Pantanal com informações de Jones Mário

A empresa Solux Locações e Serviços Ltda – EPP, em Campo Grande, foi um dos endereços visitados pela Polícia Federal, nesta terça-feira (7), por conta da operação Offset, que investiga desvio de dinheiro público na prefeitura de Corumbá. De acordo com dados do portal da Transparência do município, a empresa recebeu R$ 7,5 milhões em contratos entre 2017 e este ano.

Embora a fachada da empresa indique especialidade em “impressão digital e offset”, a Solux prestava serviços bastante distintos à prefeitura de Corumbá. A PF suspeita de desvio de recursos públicos por meio de contratos entre a empresa e a prefeitura de Corumbá. 

Segundo levantamento do MídiaMax, em 2017, a gráfica venceu três licitações na cidade. Uma delas, para execução de obras, manutenção e recuperação de galerias, restauração de calçadas e recuperação de asfalto.

Outra, para fazer podas, cortes e retiradas de tocos nas árvores no perímetro urbano de Corumbá.

Além disso, faturou contrato para executar serviços de limpeza, capina, roçada e caiação de meio-fio nos cemitérios Nelson Chamma e Santa Cruz, bem como em rodovias e parques municipais.

Entre 2018 e 2020, R$ 2,2 milhões em recursos da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais) foram direcionados à Solux.

A CFEM é uma contrapartida paga por mineradoras à União, estados e municípios pela exploração dos recursos minerais em seus respectivos territórios. A contribuição é recolhida pelo ente federal, mas 65% volta ao município onde ocorreu a extração. Além disso, 23% da CFEM é destinada aos estados. A verba pode ser usada para financiar obras de infraestrutura.

Só em 2020, as atividades mineradoras em Corumbá já geraram R$ 8 milhões em CFEM aos cofres federais. Em 2019 foram R$ 14,6 milhões. Os números são da ANM (Agência Nacional de Mineração).

 

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