Menu
quarta, 14 de janeiro de 2026
Andorinha - Vendas por WhatsApp
Andorinha - WhatsApp
Geral

Governo do Estado reafirma que abono beneficia quem ganha menos

09 abril 2016 - 10h11Campo Grande News
Em nota publicada no fim da tarde desta sexta-feira (8), o Governo do Estado reafirmou considerar que o abono linear de R$ 200 oferecido a todas categorias do funcionalismo público estadual beneficia a maioria dos servidores e também os que ganham menos. De acordo com o texto, foi apresentada às lideranças sindicais um índice de reajuste que chega a até 20% em 2016, fazendo com que 70% dos servidores recebam aumento superior a inflação oficial. O Governo também frisa que é prioridade da administração priorizar a valorização profissional, tanto que as reivindicações de cada categoria é ouvida através do Fórum Dialoga. Não só pedidos salariais, mas de estrutura e outras solicitações também são ouvidas. Além disso, a atual crise econômica nacional, considerada a maior da história pelo Governo, é relembrada como fator que afeta diretamente as finanças estaduais, comprometendo a execução de muitos programas e investimentos previstos. Segundo o Governo, ano passado o Estado cresceu apenas 3%, o que, descontado 10% de inflação, faz com que possa considerar um encolhimento de 7% na economia, sendo contraponto ao aumento de 21% com despesas pessoais. Leia abaixo a nota na íntegra:  A valorização do servidor público é prioridade do Governo do Estado. Criamos, desde o início do ano passado, o Fórum Dialoga, um canal permanente para ouvir as reivindicações de todas as categorias do funcionalismo, que vão muito além do justo desejo por melhores salários. É preciso, entretanto, fazer alguns esclarecimentos: 1 – O Brasil vive a maior crise de sua história, que afeta diretamente as finanças dos Estados, comprometendo, infelizmente, a execução de muitos dos programas e investimentos previstos pelo governo. 2 – Ano passado, a economia do Mato Grosso do Sul cresceu 3%. Descontada a inflação de cerca de 10%, podemos dizer que tivemos um crescimento negativo de 7%. Por outro lado, as despesas com pessoal cresceram 21%. 3 – Para manter o equilíbrio das contas e não gastar mais do que o governo arrecada, o governo fez o seu dever de casa. Com um conjunto de medidas para contenção de despesas e cortes de gastos, o que incluiu redução de secretarias, de 20% dos cargos comissionados e renegociação de contratos, foi possível fazer, em 2015, uma economia de cerca de R$ 800 milhões. 4 – Com os recursos dos depósitos judiciais que entraram nos cofres do Estado, de R$ 1,4 bilhão, o governo fechou o ano passado com um superávit da ordem de R$ 500 milhões. Entretanto, por exigência da lei, tivemos que usar este recurso que sobrou para pagar uma parte da dívida do governo com a União. Ao final de dezembro, portanto, os cofres estavam vazios. 5 – Diante deste cenário de escassez de recursos, o governo decidiu que os investimentos deverão ser feitos, primeiro, naquelas áreas essenciais para a população: saúde, educação e segurança, e manter em dia o pagamento dos servidores, uma conquista de anos que precisa ser preservada. 6 – Mas a despeito das dificuldades econômicas, Mato Grosso do Sul vem honrando seu compromisso com os servidores, pagando rigorosamente em dia os salários, sem qualquer tipo de escalonamento, o que já vem ocorrendo em muitos outros estados da Federação. 7 – A data base para o reajuste dos servidores estaduais, que deveria ser em maio de 2015 foi antecipada para dezembro de 2014 pela administração anterior. Com isso, o governo pagou aos servidores, em janeiro de 2015, um aumento salarial que variou de 10% a 31%, o que impactou a folha de pagamento do Estado em 21%. 8 – Para este ano de 2016, a proposta apresentada para as lideranças do funcionalismo público é de um aumento de até 20%, na forma de abono. Com este reajuste, 70% dos servidores estaduais vão receber um aumento acima da inflação. 9 – Ao optar por esta modalidade de correção salarial, o governo considera que beneficia mais os servidores que ganham menos, especialmente porque sobre o valor proposto não incidem encargos e impostos. 10 – Importante ressaltar que o abono estará garantido em lei pelo prazo de um ano, com a possibilidade de que seja prorrogado, e será pago também junto com o 13º salário e férias. 11 – O índice de aumento proposto, reconhece o governo, não é aquele que os servidores merecem. Mas a situação financeira do Estado exige total responsabilidade por parte dos gestores. Só assim o governo vai conseguir honrar o compromisso de pagar os salários rigorosamente em dia, sem nenhum atraso.  

Deixe seu Comentário

Leia Também

serviços
Conserto na rede pode provocar falta de água em bairros de Ladário
Serviço da Sanesul afeta o Mutirão e áreas próximas nesta terça-feira (13)
Assistência Social
CRAS I promove ações de saúde para idosos e colônia de férias infantil
geral
Lei autoriza pagamento retroativo de direitos suspensos na pandemia
Internacional
Família de MS encara 24h na estrada para driblar bloqueio e sair da Bolívia
Prestação de Serviço
Modernização fechará agências do INSS por três dias no fim de janeiro
Campo Grande
Capital do Pantanal e Boca do Povo alinham parceria no rádio e na revista
geral
Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 20 milhões
Polícia
Traficantes em Corumbá usam conhaque para potencializar efeitos da maconha
Tempo
Terça-feira de sol e calor em Corumbá e Ladário
Região tem mínima de 24°C e máxima de 31°C
geral
Anúncios falsos usam nome da Funtrab para enganar candidatos em MS

Mais Lidas

oportunidade
Ladário abre seleção temporária para atuação na rede municipal de ensino
Inscrições presenciais ocorrem de 14 a 16 de janeiro; salários chegam a R$ 1,9 mil
Polícia
Traficantes em Corumbá usam conhaque para potencializar efeitos da maconha
Bolívia
Van colide em árvore e causa sete mortes em Puerto Quijarro
Capacitação
Parceria oferece cursos gratuitos em Corumbá