Menu
sábado, 27 de fevereiro de 2021
Andorinha Fevereiro
Andorinha Fevereiro
Geral

Entre outros, rio Paraguai pode superar nível de cheia este ano

22 janeiro 2016 - 14h34Gesiane Medeiros
Relatório da Embrapa Pantanal aponta hipótese dos principais rios da região superarem a cota de permanência de 50%, os institutos meteorológicos indicam que o primeiro trimestre será de chuvas densas, as duas primeiras semanas de janeiro tiveram mais chuvas que o habitual para a época e os níveis dos rios já registram marcas acima da média.  Esta semana houve uma estiagem, mas o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), prevê ainda pelos próximos dias, o retorno das breves tempestades. Apesar de ainda não ser um alerta preciso, é válido principalmente para as famílias ribeirinhas, que sofrem em períodos de cheia. As chuvas foram intensas nas primeiras semanas do ano para dos Rios Taquari, Negro, Taboco, Aquidauana e Miranda. O rio Aquidauana superou a marca dos 9 metros, desabrigou e isolou algumas das famílias que moram a margem das águas. Durante o ano de 2015, instituições do Estado se desempenharam em desenvolver, em conjunto com a Embrapa Pantanal, métodos para a emissão de estimativas quantitativas e automatizadas de previsão de nível. O trabalho está em fase de finalização e serão enviados para publicação, ficando prontos, já poderão ser emitidos este ano. Segundo relatório feito pelo pesquisador Carlos Roberto Padovani, da Embrapa Pantanal, “as áreas nas porções mais baixas do Pantanal, próximas do rio Paraguai foram relativamente bem drenadas antes do período de chuvas e também poderão atenuar as inundações causadas pela chuva local ou pelo desbordo dos rios”.   Nível dos rios no começo da semana Rio Paraguai na Estação de Ladário: acima de 4,6 metros Rio Paraguai na Estação de Bela Vista do Norte: acima de 5,4 metros Rio Cuiabá na Estação de Porto Alegre: acima de 5,8 metros Rio Paraguai na Estação de Forte Coimbra: acima de 4,0 metros Rio Paraguai na Estação de Porto Murtinho: acima 5,4 metros   Possíveis causas Fenômenos meteorológicos como a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT, os ventos alísios que trazem a chuva para a Amazônia), a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), as frentes frias vindas do sul da América do Sul, além das zonas de alta e baixa pressão que provocam bloqueios ou favorecem a ocorrência de chuvas, têm a sua contribuição nas chuvas da região. O “El Niño”, fenômeno meteorológico que aumenta a temperatura das águas do Oceano Pacífico na linha do Equador, também influencia nas chuvas da América do Sul e Brasil. O “El Niño” pode provocar mais chuvas para a região da Bacia do alto Paraguai. A previsão do centro de Monitoramento, do Clima e dos Recursos Hídricos de Mato Grosso do Sul (CEMTEC-MS) é de muita chuva para todo o MS, em função da influência desse fenômeno.                    

Deixe seu Comentário

Leia Também

PGE
Vídeo sobre planejamento financeiro está disponível no canal da PGE/MS
SAÚDE
Fiocruz espera ter 'protagonismo' na vacinação em abril com 30 milhões de doses
NOTA MS PREMIADA
Chance de ganhar no Nota MS Premiada é 28 vezes maior do que na Mega-Sena
TRÂNSITO
Capotamento na BR-163 mata adolescente e deixa motorista em estado grave
EDUCAÇÃO
IFMS oferece vagas para portadores de diploma e transferências no Campus Corumbá
SAÚDE
Brasil tem recorde de mortes por covid-19 pelo terceiro dia seguido
ECONOMIA
Acumulada, Mega-Sena sorteia hoje R$ 50 milhões
ECONOMIA
Banco do Brasil ajuda estados e municípios a cobrar impostos via Pix
TURISMO
Fornatur e ABEAR se reúnem para alinhar acordos com empresas aéreas durante pandemia
GERAL
Agesul conclui manutenção de muitas estradas após período de chuvas

Mais Lidas

POLICIAL
Homem é preso no Centro de Corumbá por ameaçar mulher com uma foice
EDUCAÇÃO
Governo de MS decide pela retomada das atividades da REE de forma remota
POLICIAL
PM de Corumbá prende dupla por furto em praça pública no Nova Corumbá
GERAL
Governo prorroga toque de recolher e restrições seguem até 12 de março