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Em palestra, presidente da Biosul defende virada na condução da economia

10 julho 2018 - 09h29Kamilla Marques

Ao participar da palestra do jornalista especializado em economia Carlos Alberto Sardenberg, realizada na noite de segunda-feira (09), no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, pela Rádio CBN Campo Grande com patrocínio da Fiems, o presidente da Biosul (Associação dos Produtores de Bionergia de Mato Grosso do Sul), Roberto Hollanda, reforçou que o Brasil está em um momento político importante para dar uma virada na estratégia de condução da política econômica.

“A questão econômica é o cerne da preocupação da maioria dos candidatos, a diferença é como cada um vai agir. Nesse sentido é muito importante eventos como esse para aprendermos um pouco mais, ver a opinião de outras pessoas para que a gente possa avaliar melhor, sugerir. Como representantes da indústria temos condições de contribuir e apresentar nossa visão e estar aqui é importante porque ajuda nesse processo de construção”, afirmou Roberto Hollanda. 

Com relação às expectativas com as eleições presidenciais, o presidente da Biosul acredita que o candidato eleito terá amplo apoio da população. “Ele vai estar com a faca e o queijo na mão porque o País todo clama por mudança e ninguém está satisfeito. Independentemente de quem seja eleito, acho que ele vai ter apoio da sociedade para implementar mudanças e aí entra a necessidade de diminuição do Estado, com reformas estruturantes, como a da Previdência”, completou.

Especialista

Com a palestra “Retomada do Crescimento Econômico Brasileiro”, Carlos Alberto Sardenberg, que é funcionário do Grupo Globo e âncora do jornal CBN Brasil, apresentou um panorama da economia mundial e nacional e destacou que o controle da dívida pública é o principal caminho pelo qual o Brasil pode começar a sair da crise.

“O Brasil foi o único país que apresentou recessão no mesmo período em que todos os outros apresentaram crescimento. Agora estamos melhorando, com a economia dando sinais de melhora. No entanto, é preciso enxugar a máquina pública, porque gastamos muito com pagamento da previdência com a folha de funcionários e isso está quebrando o País. A Reforma da Previdência é uma medida urgente para não quebrarmos”, alertou Sardenberg.

Além disso, o jornalista ressaltou que o processo de recuperação da economia brasileira arrefeceu com a proximidade das eleições. “O processo eleitoral está muito aberto e não temos ideia de quem pode ser o novo presidente e qual será sua política econômica. Isso reduz os índices de confiança de todos os setores, como consumidores, indústria, comércio, construção e serviços, traz instabilidade e redução de investimentos”, salientou.

 

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