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Candidato a deputado federal foi esfaqueado ao ser pego "traindo" a amante

26 setembro 2022 - 17h00Campo Grande News

Esfaqueado na manhã desta segunda-feira (26), o deputado federal, Saulo Batista da Silva (Republicanos), 40 anos, teria sido pego em um momento de traição. A autora do crime foi identificada como Daisa Garcia, que também seria amante do homem, e o flagrou com outra mulher. O caso aconteceu em prédio residencial de luxo na Travessa Ana Vani, entre a Afonso Pena e a 15 de Novembro, em Campo Grande. 

Daisa procurou a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), logo após o crime. Chegou com o vestido ainda sujo de sangue, acompanhada pela sua advogada, Kalanit Arruda. Em seguida, as duas foram levadas até a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento) Centro.

Ao Campo Grande News, testemunhas disseram que Daisa seria amante do candidato e morava no mesmo prédio que Saulo. Hoje ela teria descido até o apartamento do homem e o pegou com outra mulher. A suspeita chegou à delegacia com a roupa toda suja de sangue e chorando muito. Informações são de que a esposa do candidato mora em Fortaleza, no Ceará, mas Daisa era com quem ele se apresentava em Campo Grande.  Nas redes sociais, Saulo se apresenta como "Marido apaixonado, pai de dois lindos garotos, empresário, candidato a deputado federal e apaixonado pelo Mato Grosso do Sul". Saulo foi atingido no tórax e braço esquerdo e socorrido pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para a Santa Casa. O homem tem quadro considerado estável e aguarda por cirurgia. . 

O advogado do candidato também esteve na Delegacia e disse que ainda vai conversar com o cliente sobre as providências que serão tomadas daqui para frente. “A gente tem que ver. Não queríamos divulga o caso, estamos na reta final da campanha. Precisamos ver como ele vai ficar”, declarou Abadio Rezende. Empresário, Saulo concorre a uma vaga na Câmara Federal e informou patrimônio de R$ 90 mil à Justiça Eleitoral. Cabos eleitorais revoltados - Há duas semanas o mesmo candidato é denunciado por cabos eleitorais que dizem ter levado calote. Uma das contratadas, Rafaela Ferreira, conta que a primeira negociação era de pagamento de R$ 200 por quinzena para trabalhar na campanha de Saulo Batista, mas na hora de receber só passaram R$ 100. "E o resto das pessoas que não receberam nada ainda?", questiona. 

Outra funcionária diz que "chega a ser humilhante" a situação da equipe. "Já faz 1 semana que estão devendo e até agora nada", reclama.

"Esse candidato aí que deu o golpe em quase 100 pessoas e não pagou como cabo eleitoral", garante outra ex-funcionária que pediu para não ter o nome divulgado.

Ana Paula Aleixo aproveita para que4stionar quem vota em Saulo. "Se na candidatura promete e não cumpre, imagina se ganha o cargo. Promessa é dívida candidato, o povo já tá cansado dessas conversa, tem muita gente precisando desse dinheiro." 

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