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Às vésperas da eleição, candidatos evitam confronto e preservam campanha

28 setembro 2022 - 08h33Jhefferson Gamarra, Jéssica Benitez e Gabriela Couto do CG News

Às vésperas da eleição que vai decidir o novo comandante de Mato Grosso do Sul, candidatos ao Governo do Estado preferiram acionar o modo “economia de bateria” no debate realizado pela TV Morena na noite desta terça-feira (27). 

Em cinco blocos, pouco houve embate direto e mesmo nos momentos em que o tema das perguntas era livre, os sete presentes optaram por não polemizar. Para autopreservação ou por puro cansaço trazido pela reta final de campanha, eles passaram a maior parte do tempo no campo neutro, tecendo perguntas às quais tinham respostas prontas para darem na réplica.

Estiveram presentes Marquinhos Trad (PSD), André Puccinelli (MDB), Rose Modesto (União Brasil), Eduardo Riedel (PSDB), Renan Contar (PRTB), Gisele Marques (PT) e Adonis Marcos (Psol). Magno de Souza, candidato pelo PCO, ficou de fora por não atender aos critérios de participação. 

No primeiro bloco os candidatos fizeram perguntas entre si, com tema livre. Capitão Contar (PRTB) iniciou questionando Eduardo Riedel (PSDB) de como evitar esquemas de corrupção citando operações realizadas em gestões passadas. O tucano respondeu que nunca respondeu processo de corrupção é que era hora de olhar para o futuro do Estado e não se prender em problemas do passado e que mecanismos de controle e fiscalização deve ser pauta de todos os governos. O tema corrupção também foi trazido por Marquinhos Trad (PSD), dizendo que atualmente, Mato Grosso do Sul ocupava posição pífia de transparência. Em uma nova oportunidade de resposta, Riedel classificou a fala do ex-prefeito de Campo Grande como “fake news”, apontando que o Estado é exemplo de transparência. 

Em outro raro “ponto alto” do debate, Giselle Marques (PT) alfinetou a candidata Rose Modesto (União Brasil) dizendo que a deputada federal votou no congresso a permissão para que bancos tomassem casas de pessoas pobres em caso de dívidas. A afirmação foi rechaçada por Rose, que pediu para que os eleitores pesquisassem o tema, negando que tenha votado favoravelmente a proposta.

No segundo e quarto bloco os temas foram levantados pela organização do debate. Foram comentadas propostas tributárias como o uso do Fundersul, realização de concursos públicos, valorização de professores, taxas cartorárias, preservação ambiental, rodovias, combate a fome, incentivo a cultura e redução de impostos. Como estratégia os postulantes ao governo fizeram perguntas mornas, esperando a réplica para apresentar suas propostas.

No terceiro bloco quando tiveram nova oportunidade de perguntarem livremente aos concorrentes, não houve ataques ou perguntas contundentes. Capitão Contar (PRTB) cutucou a gestão de Marquinhos Trad na prefeitura de Campo Grande, dizendo que foi uma péssima gestão, principalmente durante a pandemia e que o ex-prefeito estava sendo acusado de assédios sexuais. Marquinhos, assim como em todas as oportunidades, classificou as denuncias como “armação politica” e garantiu que deixou a prefeitura de cabeça erguida e com a sensação de dever cumprido. 

André Puccinelli (MDB) afirmou que não estava no debate para ficar com “briguinhas” e sim para debater o futuro de Mato Grosso do Sul. Nas oportunidades de respostas reforçou a necessidade de tirar do papel a regionalização da saúde e se esquivou quando o candidato Adonis Marcos (Psol) questionou a compra de peixes sem a construção do aquário, fazendo referência às obras do Bioparque Pantanal.

No último bloco, os candidatos tiveram 1 minuto e 30 segundos para fazer as conclusões finais. A maioria dos candidatos aproveitou para agradecer as pessoas que fizeram parte da campanha eleitoral e pedir votos, obviamente para si, e para os candidatos a presidência Lula e Bolsonaro. 

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