Menu
segunda, 22 de abril de 2024
Governo - Fazer Bem Feito - Abril 24
Andorinha - Novos Ônibus - Agosto 2023
Geral

Agora não: sindicato é contra retorno às aulas em escolas particulares em julho

24 junho 2020 - 16h30Midia Max

 

O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Mato Grosso do Sul (Sinepe) se posicionou contra o retorno às aulas em escolas particulares a partir do dia 1º de julho em Campo Grande. Estão reunidos, na tarde desta quarta-feira (24), representantes das instituições de ensino particulares, MPMS (Ministério Público) e prefeitura para decidir a questão.

 

Ao Jornal Midiamax, a presidente do Sinepe, professora Maria da Glória, disse, antes da reunião, que agora não é o momento para voltar. “Sempre trabalhamos com o fato de que o aumento [dos casos de coronavírus] seria em junho e julho. Agora não é hora. O foco é a saúde das crianças”, argumentou.

 

Em transmissão ao vivo pelo Facebook, essa semana, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) deixou claro que essa data era apenas uma base. Segundo ele, o MPMS a definiu para apresentar às escolas, mas que essa questão ainda teria que ser muito bem analisada.

Momentos antes do início do encontro, um grupo ligado a escolas particulares maiores fazia manifestação em frente ao Ministério Público, pressionando para o retorno das aulas, com carreata, cartazes e buzinaço.

 

A situação é que logo após a suspensão das aulas por conta da pandemia, em março, um grupo formado por grandes escolas particulares se uniu para pressionar o Ministério Público. Eles pleiteavam o retorno para o dia 15 de abril, inclusive haviam se mobilizado para entrar na Justiça para conseguir que a reivindicação deles fosse atendida.

Um dos participantes do movimento é o condutor de van escolar, Juliano Ricartes, de 38 anos. Para ele, que depende do retorno para trabalhar, a volta às aulas é imprescindível. “100% de proibição fica difícil, o pessoal do transporte escolar que depende dessa situação e está se adequando para atender ao plano [de biossegurança]”, avaliou.

 

Para o vice-presidente da associação formada pelos dissidentes de escolas particulares, Gabriel Mazzoco, que também é dono de uma instituição particular, houve gastos para as adequações. “Cumprimos as medida de biossegurança. Fizemos tudo o que a prefeitura pediu. As escolas investiram valor considerável para a adaptação, esperando por essa data [1º de julho]”, pontuou.

Deixe seu Comentário

Leia Também

Em táxi
Brasileiro é preso com 16 kg de maconha na fronteira
Expedição
"Juizados em Ação" suspende em navio da Marinha para atender comunidades indígenas
Obrigatório
Aposentados e pensionistas por invalidez têm até julho para perícia médica bianual
Segurança Pública
4ª Fase da Operação Mute avança com telamento de presídios em MS
Trânsito
Motorista atropela casal em moto e foge sem prestar socorro
Ministério Público
Empresa alega que "poeira de minério" tem causado morte de animais na zona rural de Corumbá
MPMS instaurou inquérito para apurar a denúncia apresentada por empresa proprietária de Fazenda na região de Maria Coelho
Campeonato
Torneio Centro-Oeste de Natação atrai 470 atletas para Campo Grande
Calendário
Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 4
Em Jardim
Ação conjunta apreende 12 toneladas de maconha; a maior do ano
Plantão
Acidentes de trânsito fazem quatro vítimas nas últimas 24 horas

Mais Lidas

Hoje
Visitante tenta entrar no presídio de Corumbá com cocaína escondida no chinelo
Expedição
"Juizados em Ação" suspende em navio da Marinha para atender comunidades indígenas
Obrigatório
Aposentados e pensionistas por invalidez têm até julho para perícia médica bianual
Segurança Pública
4ª Fase da Operação Mute avança com telamento de presídios em MS