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'Acorda filho', dizia mãe com bebê morto por possível asfixia em MS

29 janeiro 2016 - 12h32Gesiane Medeiros
Prima do bebê de quatro meses que faleceu na manhã desta quinta-feira, 28, em uma residência no bairro Danúbio Azul, região norte de Campo Grande, a dona de casa Jacqueline Ramos da Silva, de 34 anos, disse que a mãe da criança ficou desesperada ao perceber que o menino estava sem sinais vitais. "Ela balançava o menino e dizia acorda meu filho, acorda. Desesperada, ela também falava mamãe não quer que você vá. E enquanto as nossas parentes tentavam ajudar, ela comentava que o neném estava apenas dormindo e suando porque todos estavam por perto. Foi muito triste", explicou Silva. Conforme Jacqueline, a mãe e as crianças estavam em sua residência na rua Euphrazina Vilela Cabral, para passar férias. "Ela mora aqui perto, mas não gosta de ficar sozinha e por isso veio para minha casa com as crianças. Eu estava no outro quarto e, ao acordar, fui para o banheiro escovar os dentes. Passei pela menino e vi ele com vômito, pensando que fosse refluxo. Até respiração boca a boca nós tentamos", comentou a prima.O caso A Polícia foi acionada para ir até o local, com a informação de que a menina possivelmente teria sido sufocada. "Nós fomos acionados para ir até o local da morte. Ao chegar, nos deparamos com uma casa de três cômodos em que estavam residindo nove pessoas. A mãe estava em estado de choque e a informação que recebemos é que a criança estava dormindo com mais quatro irmãos", declarou o delegado Cláudio Zotto, adjunto da 3ª Delegacia de Polícia. Assim que acordou, por volta das 7h (MS), a mãe teria percebido que o bebê estava sem respirar. "A mãe pediu ajuda dos outros filhos, entre eles um adolescente de 15 anos que acionou o Corpo de Bombeiros. Um primo também tentou reanimar a criança enquanto os bombeiros chegavam ao local", relatou Zotto. Além do Corpo de Bombeiros, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado. O óbito da criança, conforme o delegado, foi constatado às 8h (de MS). A perícia vai definir a real causa da morte. O corpo da criança permanece no Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) e, segundo familiares, só será liberado na sexta-feira (29), data em que o menino completaria cinco meses. O caso foi registrado como morte a esclarecer. A mãe e o filho de 15 anos prestaram depoimento. A mulher pode ainda responder por negligência e até homicídio, se a polícia entender que se trata de um crime.         Texto do G1

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