O exame vai detectar alguma substância proibida pela Anvisa que esteja presente nos produtos.
(Foto: Enryck Sena)
A Vigilância Sanitária Estadual entregou à Polícia Federal os 2.260 pacotes e sachês de Snus - pó cheiroso de tabaco, sem fumaça e muito popular em países escandinavos - para análise toxicológica pelo órgão. A entrega foi feita esta tarde, na sede da PF, na Vila Sobrinho, em Campo Grande. O gerente de Apoio aos Municípios da SES (Secretaria Estadual de Saúde), Matheus Moreira Pirolo, fez a entrega juntamente com servidores. A PF não comentou o recebimento.
“O exame vai detectar alguma substância proibida pela Anvisa que esteja presente nos produtos”, disse Pirolo. Por enquanto, aos itens estão sendo tratados como contrabando, mas a análise vai averiguar se podem ser enquadrados como tráfico.
Os produtos foram interceptados pelos Correios em 7 de janeiro. Os pacotes estavam em encomenda que estava sendo despachada com destino ao Rio Grande do Sul. O Snus é vendido como alternativa ao cigarro, mas não tem autorização para importação, distribuição ou comercialização no Brasil.
Nas embalagens apreendidas pela Vigilância, havia inscrições em inglês, que avisavam: "esse produto não é uma alternativa segura ao cigarro" e "este produto pode causar câncer de boca". Segundo o gerente da SES, apesar do cheiro bom e aparência inofensiva, o Snus pode causar ainda câncer de laringe e pâncreas, além de doenças gengivais, cáries, queda de dente e a longo prazo, ansiedade e depressão.
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