O ano passado foi difícil para o bioma, com 1,6 milhão de hectares queimados, e os Bombeiros precisam estar preparados para os desafios futuros.
(Foto: Bruno Rezende)
Com o período de chuvas e sem incêndios florestais, o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul começa 2025 se dedicando à manutenção dos equipamentos e das viaturas utilizadas no combate, além da capacitação das nossas equipes para a próxima temporada do fogo.
O trabalho é composto pelas fases de planejamento, prevenção, preparação e, posteriormente, no período de seca, o combate propriamente dito. “Atualmente, estamos nas fases de planejamento e preparação”, informa o Corpo de Bombeiros.
A Operação Pantanal também tem apoio financeiro da União. “Para isso, diferente dos anos anteriores, em 2024 não houve a desmobilização da Operação Pantanal, o que é reforçado principalmente pela permanência das 11 bases avançadas que foram instaladas em regiões estratégicas do Pantanal para prevenir a ocorrência de incêndios e garantir um combate mais rápido e eficaz, caso seja necessário”.
O ano passado foi difícil para o bioma. Em Mato Grosso do Sul, 1,6 milhão de hectares foram queimados entre 1º de janeiro e 11 de dezembro, segundo o Lasa-UFRJ (Laboratório de Aplicações Satélites da Universidade Federal do Rio de Janeiro). A área superou até a afetada em 2020, que até então tinha sido a pior ano para o Pantanal.
Conforme a Folha de São Paulo, a verba federal que o governo reservou para bancar seu programa de gestão de riscos e desastres em 2025 prevê o repasse de R$ 1,7 bilhão para essa medida. Em 2024, esse orçamento foi de R$ 1,9 bilhão.
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