Ruy Alberto, Camila Ítavo e Marco Aurélio disputam a reitoria da UFMS.
(Foto: Divulgação)
Em maio a greve de professores e servidores, a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) faz eleição para reitor nesta sexta-feira (dia 10). A votação acontece das 8h às 21h, por meio de sistema eletrônico aberto somente para docente, técnico-administrativo e aluno.
Os servidores, professores e estudantes aptos a votar devem clicar na urna que lhe diz respeito e acessar o sistema com o Passaporte UFMS e senha. A instituição tem mais de 33 mil estudantes. A lista de aptos a votar foi divulgada nesta semana. O documento tem 437 páginas.
Entre o eleitorado, os votos têm pesos diferentes, conforme a categoria: 70% para professores, 15% para técnicos-administrativos e 15% para estudantes.
O resultado da eleição, com votação 100% digital, deve ser publicado amanhã. A apuração terá acompanhamento presencial na Capital e também por meio de transmissão da TV UFMS.
Contudo, o resultado não será o fim do processo. A lista tríplice, com a ordem de votação, será encaminhada para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 24 de maio. Caberá a ele fazer a nomeação, que precisa ser publicada até 25 de outubro, pois na data seguinte termina o mandato do reitor Marcelo Turine.
Até 2023, a UFMS ofertava 142 cursos de graduação presencial e a distância, além de 68 cursos de mestrado e doutorado.
Candidatos
A chapa 1 é formada pelos candidatos Ruy Alberto Caetano Corrêa Filho (reitor) e Luciana Contrera (vice-reitora). Ruy Alberto é graduado em Zootecnia e tem doutorado em Ciências Biológicas.
Camila Celeste Brandão Ferreira Ítavo lidera a chapa 2, que tem Albert Schiaveto de Souza como vice-reitor. Camila Ítavo, 44 anos, é graduada e tem doutorado em Zootecnia.
A chapa 3 é composta por Marco Aurélio Stefanes (reitor) e Ana Denise Ribeiro Mendonça Maldonado (vice-reitora). Marco Aurélio Stefanes é professor da Faculdade de Computação. Em 2016, ele foi candidato a reitor da UFMS e já presidiu a ADUFMS (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).
Apesar do grande orçamento, maior do que o de município de Corumbá, a universidade peca na infraestrutura. De papel higiênico a parede com mofo, os estudantes apontam problemas na manutenção dos prédios.
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