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O primeiro caso suspeito de febre amarela em Mato Grosso do Sul, registrado pelo Ministério da Saúde e divulgado nesta quinta-feira (26) pela Agência Brasil, trata-se de paciente de Santa Catarina, segundo informou a SES (Secretaria de Estado de Saúde). A pessoa esteve em Bonito, entre os dias 25 de dezembro de 2016 e 3 de janeiro deste ano, e depois seguiu para São Paulo.
Ainda segundo a fonte oficial, o paciente está de volta ao Estado de origem, onde apresentou os sintomas e fez exames tanto para febre amarela quanto para leptospirose. A febre amarela ainda continua em investigação – a análise deve ficar pronta em 15 dias – mas, segundo a SES, foi confirmada a leptospirose.
Não há detalhes sobre o dia de retorno do paciente a Santa Catarina. Mas, a informação é de que no dia 10 de janeiro o paciente deixou o Estado de São Paulo.
A SES informou ainda que a pessoa em questão não estava vacinada e ressaltou que, como o Estado é considerado de região endêmica, dificilmente as pessoas que moram em Mato Grosso do Sul deixam de se vacinar. O caso mais recente de febre amarela no Estado ocorreu em 2015 e por coincidência foi no município de Bonito.
A pessoa também não estava vacinada, era de outro Estado e morreu. Em 2010 também houve caso confirmado de febre amarela, mas no município de Corumbá, a pessoa era da zona rural, não estava vacinada e também faleceu.
Vacina - A vacinação de rotina contra a febre amarela é oferecida em 19 estados do País que fazem parte da área de recomendação para imunização. Todas as pessoas que vivem nesses locais devem tomar duas doses da vacina ao longo da vida.
Também precisam se vacinar, neste momento, pessoas que vão viajar ou vivem nas regiões que estão registrando casos da doença: leste de Minas Gerais, oeste do Espírito Santo, noroeste do Rio de Janeiro e oeste da Bahia.
Espírito Santo, Rio de Janeiro e parte da Bahia normalmente não são áreas de recomendação para vacinação contra a febre amarela, porém, a orientação agora é que a população das áreas próximas à divisa com o leste de Minas Gerais seja vacinada.
O Ministério da Saúde anunciou o reforço de 11,5 milhões de doses. Além destas, este ano foram entregues 5,5 milhões de doses aos estados. Em anos em que não houve surto, foram distribuídas entre 800 mil e 1 milhão de doses do imunizante.
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