Operários trabalham em obra da construção civil.
(Foto: Divulgação)
A indústria foi o principal motor da geração de empregos formais em Mato Grosso do Sul no início de 2026. Somente em janeiro, o setor abriu mais de 2,6 mil postos de trabalho com carteira assinada, concentrando 67% de todas as vagas criadas no estado no período.
Os dados são do Observatório da Indústria da Fiems, com base no Novo CAGED, e apontam que o desempenho é o melhor já registrado para um mês de janeiro na indústria sul-mato-grossense. O saldo positivo inclui contratações nos segmentos de Indústria de Transformação, Construção, Serviços Industriais de Utilidade Pública e Extrativo Mineral.
“Parte importante desse resultado está diretamente ligada aos investimentos bilionários na ampliação e construção de novas fábricas aqui no estado, influenciando diretamente a Indústria da Construção”, afirmou o economista-chefe da Fiems, Ezequiel Resende.
Entre as atividades que mais impulsionaram o resultado está a construção civil. O maior número de vagas foi registrado em Construção de edifícios, com saldo de 1.142 empregos. Em seguida aparecem Obras de montagem industrial, com 478 postos, e Construção de rodovias e ferrovias, com 106 contratações.
Na Indústria de Transformação, também houve destaque para algumas atividades específicas. Os maiores saldos foram observados em Manutenção de tanques e caldeiras, com 100 novas vagas, Abate de suínos, com 96, e Fabricação de açúcar, com 58 postos de trabalho.
O avanço das contratações também se refletiu em diferentes municípios do estado. Inocência liderou o ranking de geração de vagas, com saldo de 1.079 empregos. Na sequência aparecem Campo Grande, com 879, Dourados, com 247, Três Lagoas, com 231, e Rio Brilhante, com 188 novos postos formais.
“Com esse resultado, o setor industrial encerrou o mês de janeiro com um contingente superior a 172,0 mil trabalhadores formais diretamente empregados, sendo 121,2 mil na Indústria de Transformação, 37,7 mil na Indústria da Construção, 8,5 mil nos Serviços Industriais e 4,7 mil na Indústria Extrativa Mineral”, completou Ezequiel Resende.
*Com informações da assessoria de comunicação da Fiems.
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