Bailarinos da Cia de Dança do Pantanal durante ensaio.
(Foto: Moinho Cultural)
A arte vai sair do palco e ganhar as ruas de Corumbá nos próximos dias. A Cia de Dança do Pantanal promove apresentações abertas ao público para marcar o Dia Internacional da Dança, celebrado em 29 de abril, com intervenções que misturam movimento, música ao vivo e referências ao bioma pantaneiro.
A primeira ação será realizada nesta quarta-feira (29), às 10h, na Rua Frei Mariano. Em formato de flash mob, a performance leva ao espaço urbano uma adaptação do espetáculo “Guadakan”, originalmente concebido para o palco. Desta vez, a proposta é aproximar o público da dança em um ambiente cotidiano, com bailarinos interpretando animais do Pantanal ao som executado ao vivo pela Orquestra de Câmara do Pantanal (OCAMP).
"É uma forma de levar o Pantanal vivo para o Centro de Corumbá. Os animais que a gente dança não são fantasias, é a nossa identidade, que é construída diariamente no contato com o bioma. Quando dançamos com a música ao vivo, tocada pelos nossos colegas do Moinho Cultural, que formam a OCAMP, estimulamos ainda mais a criatividade coletiva trazendo o Pantanal pra cena", destacou Aline Silva Espirito Santo, coordenadora do Núcleo de Dança do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano e integrante da Cia de Dança do Pantanal.
A programação continua na quinta-feira (30), às 18h30, durante o evento “Corumbá em Dança”, realizado pela Prefeitura na Praça Nova Corumbá. Na ocasião, a Cia de Dança do Pantanal sobe ao palco ao lado da Cia Infantojuvenil Moinho Cultural, com um repertório que reúne clássicos e coreografias contemporâneas. Entre as apresentações estão “Mirlitons”, além das variações masculinas de “Talismã” e “Tchaikovsky”.
Em 2026, a Cia de Dança do Pantanal completa nove anos em atividade, consolidando presença em eventos dentro e fora do país. Em março, o grupo participou do Fórum Internacional Femina Vox, ligado à UNESCO, em Campo Grande.
A companhia integra o Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, que atua na formação artística de crianças e adolescentes na região de fronteira entre Brasil e Bolívia, atendendo cerca de 400 participantes em Corumbá, Ladário e nas cidades bolivianas de Puerto Suárez e Puerto Quijarro.
*Com informações da assessoria de comunicação do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano.
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