Cia Juvenil do Instituto representa a cidade no Prêmio Onça Pintada entre os dias 18 e 22 de junho em Campo Grande.
(Foto: Moinho Cultural)
Quando sonho, talento e esforço se encontram, o palco vira cenário de transformação. É com essa força que o Instituto Moinho Cultural Sul-Americano embarca para Campo Grande, onde 16 jovens da Cia Juvenil vão representar Corumbá no Prêmio Onça Pintada, considerado o maior festival de dança de Mato Grosso do Sul. O evento acontece entre os dias 18 e 22 de junho.
A equipe participa da competição em duas categorias. No Conjunto Júnior de dança contemporânea, os bailarinos apresentam “YBYTU”, coreografado por Kelven Alex. Já no Duo Júnior de ballet clássico de repertório, as montagens escolhidas foram “Pássaro Azul” e “O Corsário”, que serão apresentadas no dia 19. Os ensaios das coreografias clássicas estão sob os cuidados da professora Núbia Santos e a direção artística é assinada por Márcia Rolon.
Além da equipe técnica, o bailarino Marcos participa como convidado especial. Ele foi premiado como Melhor Bailarino na edição passada do festival.
A preparação ganhou reforço de peso com a participação de Beatriz Almeida, ex-primeira bailarina do Stuttgart Ballet, da Alemanha. Ela esteve em Corumbá entre os dias 5 e 7 de junho e acompanhou os ensaios dos grupos ao lado da irmã Patrícia Almeida, também parceira do Instituto.
“Eu fiquei muito feliz de poder ter voltado ao Moinho Cultural. Foi um trabalho prazeroso e muito bacana que estamos desenvolvendo novamente. Fiquei encantada com os resultados dos professores, dos bailarinos da Companhia Infantojuvenil e da Companhia Juvenil. Participar de eventos como o Onça Pintada é fundamental para os alunos saírem de Corumbá, conhecerem novas realidades e trocarem com outras escolas. Isso é essencial”, afirmou Beatriz.
Para a coordenadora de dança do Moinho, Aline Espírito Santo, a participação vai além da performance artística. “Ver nossos participantes alçando voos mais altos é muito gratificante. Estar em uma competição de dança é essencial para o crescimento do bailarino. Ainda mais para adolescentes de Corumbá, interior, fronteira, onde os acessos são mais escassos. Eles conquistaram esse espaço com muita disciplina, respeito e responsabilidade. O Moinho é um lugar de transformação e trampolim para o mundo”, declarou.
A ida ao festival conta com o apoio das empresas Andorinha e LHGMining, que colaboram com o transporte e suporte à equipe. Mais do que uma competição, o evento representa um momento de troca cultural e crescimento pessoal para os jovens corumbaenses.
Programação:
• “YBYTU” – Conjunto Júnior (dança contemporânea) | 18 de junho
• “Pássaro Azul” – Duo Júnior (ballet clássico de repertório) | 19 de junho
• “O Corsário” – Duo Júnior (ballet clássico de repertório) | 19 de junho
*Com informações da Assessoria do Moinho Cultural.
Receba as notícias no seu Whatsapp. Clique aqui para seguir o Canal do Capital do Pantanal.
Leia Também
Do Pantanal ao cenário nacional: Pontão Moinho Cultural conecta territórios
Fórum das Juventudes reuniu 172 jovens para atualizar plano estadual em MS
Acervo do arquivo público de MS será integralmente digitalizado
De Corumbá ao Jornal Hoje: violinista Valério Reis ganha destaque nacional
Projeto “A Literatura Liberta” inicia oficinas formativas em Corumbá
Teia Virtual do Centro-Oeste reúne 160 participantes e fortalece Cultura Viva
Jornalista lança o Lado Oculto do Crime
Oficina de Dança abre inscrições para Programa Bolsa Auxílio à Produção Cultural 2026
Câmara de Corumbá defende fixação do Festival América do Sul no mês de maio