Vila atraí todos os olhares para sua comissão de frente que faz ritual
(Renê Marcio Carneiro)
Com o enredo: “13 e seus mistérios, sorte ou azar o que será? Façam suas apostas”, a Vila Mamona se inspira no clássico enredo de 2004, "samba do gato preto" para desvendar os mistérios em torno do número 13. De gato preto à misticismos culturais, a escola dribla o azar e leva a avenida um espetáculo de folia.
Com atraso em sua entrada, a escola que abre o último dia de desfiles traz em sua comissão de frente o ritual de amaldiçoar, onde bruxas mandingueiras vestidas de preto e verde, remetem aos telespectadores maldição carnavalesca.
Com lua minguante no céu, o primeiro setor ganha vida através dos mistérios do ocultismo, convite para o público explorar o desconhecido. O casal de mestre-sala e porta-bandeira, fantasiados de Deus Tique, que na mitologia grega é conhecida como deusa da sorte, é fortemente embalada através da dança do casal.
A primeira ala da escola é sobre a sexta-feira 13, o dia que desafia a sorte, e vai até o vislumbre de cores em preto, roxo e verde. As baianas inspiram-se nas bruxas, trazendo o primeiro abre-alas, que aborda a arte de revelar o invisível, mostrando ao público uma casa de bruxa onde se associa à contos místicos. A Vila aposta na magia, no mistério e no suspense.
Já finalizando na passarela, de Santo Antônio à Heróis da Guerra do Paraguai, mamonenses entregam na Avenida símbolos da cultura do suspense através da sociedade, a escola cativa arquibancadas e muda até a cor do céu, transformando o cenário do público à uma névoa lilás mística.
Ficha Técnica :
Nome: Gres Unidos da Vila Mamona
Fundação: 08/08/1981
Cores: Vermelho, verde e branco
Símbolo: “Águia” pousando sobre duas mãos entrelaçadas
Samba-enredo: “13 e seus mistérios, sorte ou azar o que será? Façam suas apostas.”
Presidente: Sônia Ramona da Silva Carvalho Monteiro
Vice-presidente: João Luiz Freitas Ribeiro
Secretário: Luiz Paulo
Diretor Geral de Carnaval: Sérgio Henrique
Diretor de Harmonia: Onofre Miguel Ribeiro
Carnavalesco: Edilson Oliveira
Diretor de barracão: Joelton Ibrahin
Enredistas: Dilson Esquer, Sérgio Henrique
Coreógrafo: Sérgio Henrique
Mestre-sala: Carlinhos Jóia
Porta-bandeira: Thayriliane
Mestre de bateria: Devair Medeiros
Contramestre: Anderson Pink, Zé Ribeiro, José Ricardo
Rainha de bateria: Daiane Lara
Madrinha de bateria: Cintia Lara
Coreógrafo da Ala das baianas: Jô Diuary Rondon
Intérprete Oficial: Denilson
Auxiliares: Zé Octávio, Luizinho, Danielle, Jhonatas
Cavaquinhos: Murilo Oliveira, Dinarte
Violão: Sebão
Costureiro: Marina, Dona Maria
Confecção: Ateliê Orun Ayê by Edilson de Oliveira
Equipe de barracão: Luana, Murilo, Derick, Felipe
Compositores de samba enredo: Jothabe, Jojoca
Diretores: 50
Alas: 18
Alegorias: 04
Tripé: 01
Bateria: 80 ritmistas
Componentes: 700
Receba as notícias no seu Whatsapp. Clique aqui para seguir o Canal do Capital do Pantanal.
Leia Também
Do Pantanal ao cenário nacional: Pontão Moinho Cultural conecta territórios
Fórum das Juventudes reuniu 172 jovens para atualizar plano estadual em MS
Acervo do arquivo público de MS será integralmente digitalizado
De Corumbá ao Jornal Hoje: violinista Valério Reis ganha destaque nacional
Projeto “A Literatura Liberta” inicia oficinas formativas em Corumbá
Teia Virtual do Centro-Oeste reúne 160 participantes e fortalece Cultura Viva
Jornalista lança o Lado Oculto do Crime
Oficina de Dança abre inscrições para Programa Bolsa Auxílio à Produção Cultural 2026
Câmara de Corumbá defende fixação do Festival América do Sul no mês de maio