Devido aos ataques que as equipes de imprensa sofreram durante o primeiro dia da greve por tempo indeterminado em Santa Cruz, no sábado (22), onde grupos de choque atacaram, danificaram e até roubaram os instrumentos de trabalho, a Polícia prepara um relatório sobre o ocorrido que será submetido ao Ministério Público para investigação.
O comandante departamental da Polícia, Jhonny Omar Chávez, afirmou em entrevista coletiva que estava ciente do ocorrido, tanto com os jornalistas da rede Gigavision, que foram espancados e roubados, quanto com a equipe do jornal El Deber, que tentou roubar seu telefone celular. Ele assegurou que os integrantes da Força Especial de Combate ao Crime (Felcc) já coletaram as informações.
No entanto, não especificou se buscará prender um dos agressores que foi mostrado pelas câmeras de ambos os meios de comunicação, deixando a responsabilidade para o Ministério Público.
"Atualmente, o presente caso está no conhecimento da Felcc e neste momento as ações estão sendo realizadas pelos investigadores, que vão realizar a persecução criminal. Os relatórios pertinentes serão elaborados e o procurador será o único para avaliá -los", declarou.
Os grupos de choque que rejeitaram a greve por tempo indeterminado e atacaram os jornalistas, também atacaram os vizinhos que os gravaram, acusando-os de infiltrados.
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Grupo de choque atingiu cinegrafista e danificou o celular de jornalista. (Reprodução El Deber)

