Bandeiras históricas usadas entre 1500 até a proclamação da república foi história viva desfilando na Avenida General Rondon.
(Foto: Renê Marcio Carneiro/PMC)
O tradicional desfile de 7 de setembro em Corumbá, realizado nesse domingo, na avenida General Rondon com a presença de autoridades civis e militares, teve como grande destaque a exibição das bandeiras históricas que foram utilizadas no país desde a chegada portuguesa em 1500 até a proclamação da República em 1889. Os pavilhões trazidos pela Guarda das Bandeiras eram como história viva em celebração aos 203 anos da Independência do Brasil.
Para o prefeito Dr. Gabriel de Oliveira, o momento é de orgulho. “É um momento de reforçamos os valores de cidadania, democracia e respeito à nossa pátria”, afirmou o chefe do executivo que participou da solenidade ao lado da vice-prefeita Bia Cavassa.
Prefeito Gabriel de Oliveira (ao centro), desfilou em carro aberto até o palanque oficial. Foto: Renê Marcio Carneiro/PMCTambém acompanharam o evento o comandante do 6º Distrito Naval, contra-almirante Alexandre Amendoeira Nunes, e o comandante da 18ª Brigada de Infantaria Pantanal, general de brigada José Fernandes Carneiro dos Santos Filho, além de secretários municipais, vereadores e representantes de instituições civis.
O desfile teve duração aproximada de 45 minutos com apresentações da Marinha, Exército, Força Aérea, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Guarda Civil Municipal. As tropas exibiram viaturas táticas usadas em operações de defesa dos rios, do território pantaneiro e em ações de segurança pública em Corumbá e Ladário. Na parte civil, desfilaram os jovens do Instituto Novo Olhar, das escolas da Rede Municipal de Ensino (Reme) e do Motoclube Caminhoneiros Insanos.
Pelotão do Exército trouxe militares com pintura facial de camuflagem. Foto: Renê Marcio Carneiro/PMCA data
A Independência do Brasil, proclamada em 7 de setembro de 1822, é considerada um marco da formação do país. O episódio ficou registrado na memória nacional como o momento em que Dom Pedro teria dado o grito às margens do Ipiranga, embora historiadores questionem a veracidade da cena. A data é feriado nacional e integra o calendário das principais efemérides históricas, ao lado do Dia de Tiradentes e da Proclamação da República. *Com informações da Assessoria PMC
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