Em Novo Horizonte do Sul, Santa Rita do Pardo e Tacuru três tucanos buscam a reeleição.
(Foto: Divulgação)
Em três cidades de Mato Grosso do Sul não haverá disputa pela prefeitura nas eleições municipais deste ano, isso porque as únicas candidaturas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são dos atuais prefeitos, que buscam a reeleição. Esse é o caso dos municípios de Novo Horizonte do Sul, Santa Rita do Pardo e Tacuru.
Em Novo Horizonte do Sul, o candidato é o prefeito Aldenir Barbosa do Nascimento, conhecido como Guga (PSDB). Ele foi eleito em 2020 ao disputar o cargo com o então candidato Elmar Passos (PTB), com 60,28% dos votos. Nesta eleição, 3.702 eleitores estão aptos a votar.
Já em Santa Rita do Pardo, o médico e atual prefeito Lúcio Roberto Calixto Costa, conhecido por Dr. Lúcio (PSDB) também é a unida opção para os mais de 5.729 eleitores aptos. Em 2020, filiado no Podemos, ele venceu a eleição com 69,89% dos votos contra o Jumar Alves Rodrigues (PSD).
Em Tacuru, o prefeito Rogério Torquetti (PSDB) busca a reeleição sem concorrentes. Ele foi eleito em 2020 pelo Patriota com 66,80% dos votos na disputa com o então candidato Odilon (PT). Entre as três cidades com apenas um candidato, Tacuru é a que tem o maior eleitorado. Segundo a Justiça Eleitoral, este ano, 7.170 pessoas estão aptas para votar.
Disputa em Corumbá e Ladário
Corumbá possui quatro candidatos na disputa:
- André Campos (Prefeito) e George Albert (Vice) concorrendo com chapa pura do PL
- Delcídio do Amaram (Prefeito) e Luciano Costa (Vice) com coligação PRD, Avante e Podemos
- Gabriel de Oliveira (Prefeito) e Bia Cavassa (Vice) com a coligação Federação PSDB/Cidadania, Federação Psol/Rede, Solidariedade, PSD, Republicanos, MDB e Federação PT/PV e PCdoB.
- Luiz Antônio Pardal (Prefeito) e Manoel João (Vice) com a coligação PP, União Brasil, DC e PDT
No sábado, 17 de agosto, o Ministério Público pediu a cassação da candidatura de Delcídio do Amaral, alegando que o político ainda está inelegível. Delcídio teve seu mandato como senador cassado em 2016 por quebra de decoro parlamentar. "A perda de mandato eletivo nos Poderes Executivo e/ou Legislativo, por decisão política, acarreta para o mandatário cassado a inelegibilidade", diz o documento. Segundo a Lei Complementar n.º 64/90, a inelegibilidade é vigente por oito ano após o fim do mandato para o qual havia sido eleito. A justiça eleitoral ainda não divulgou sua decisão sobre o caso.
Em Ladário, quatro nomes também disputam a prefeitura:
- Luciano Jara, do PP
- Munir Sadeq Ramunieh, do PSDB
- Romero Korichão, do Novo
- Carlos Anibal Ruso Pedrozo, do Solidariedade
Na cidade Pérola do Pantanal, o nome de Ruso também está sendo questionado. Carlos Ruso, ex-prefgeito de Ladário, teve o mandato cassado em 1º de abril de 2019, acusado de cometer infrações político-administrativas, o que o tornaria inelegível por oito anos.
A justiça eleitoral tem até o dia 16 de setembro, 20 dias antes do 1º turno, marcado para 6 de outubro, para que todos os pedidos de registro de candidaturas – inclusive os impugnados e os respectivos recursos – estejam julgados pelas instâncias ordinárias e para que as respectivas decisões sejam publicadas.
*Com informações do CG News
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