Operação Corpus Christi, em combate à pesca predatório, acontece até segunda-feira, 0 3 de junho.
(Foto: Divulgação/PMA)
Iniciada nesta quinta-feira (30), a Operação Corpus Christi da Polícia Militar Ambiental (PMA) é uma ação estratégica para reforçar a fiscalização e prevenir os ilícitos ambientais no estado de Mato Grosso do Sul. Com foco na preservação dos ecossistemas aquáticos, a operação engloba uma série de medidas de controle, incluindo fiscalização fluvial em rios e afluentes, inspeções minuciosas em peixarias e a implementação de barreiras terrestres em pontos estratégicos.
O objetivo primordial da operação é coibir práticas ilegais de pesca, garantindo o cumprimento das normas ambientais e contribuindo para a conservação dos recursos naturais. Além disso, busca conscientizar a população sobre a importância da preservação dos ambientes aquáticos, essenciais para o equilíbrio ecológico e o bem-estar da comunidade.
Equipes da PMA também estão nas estradas. Foto: Divulgação/PMADurante o feriado prolongado, a quantidade de pescadores nos rios tende a aumentar significativamente, tornando a presença da fiscalização ainda mais crucial para prevenir a pesca predatória, especialmente nos locais onde estão concentrados os principais cardumes.
Até segunda-feira, 03 de junho, o 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental mobilizará 186 policiais de seu efetivo nas 15 Subunidades da Bacia do rio Paraguai, com o objetivo de conter a prática da pesca predatória e fiscalizar as atividades relacionadas aos recursos pesqueiros nativos.
Operação Prolepse: Ação preventiva contra o uso indevido do fogo
Paralelamente, durante este período, a Polícia Ambiental estará executando a Operação Prolepse, uma ação preventiva contra o uso indevido do fogo. Com a previsão de poucas chuvas este ano, o que pode agravar ainda mais a incidência de incêndios no Pantanal, torna-se ainda mais urgente o reforço preventivo sobre o uso do fogo. Esta operação consiste na visita e fiscalização de propriedades rurais, com foco especial nas propriedades que apresentaram incidência de queimadas nos últimos anos. O objetivo é conscientizar os proprietários sobre os riscos e consequências do uso indiscriminado do fogo, além de coibir práticas que possam colocar em perigo o meio ambiente e a segurança das pessoas.
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