Abaixo de Corumbá, Campo Grande, Dourados e Três Lagoas fecham os quatro municípios que mais receberão verbas do PAC.
(Foto: Divulgação/PMC)
Corumbá, Campo Grande, Dourados e Três Lagoas são as quatro cidades do Estado que mais receberão investimentos através da terceira versão do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do Governo Federal. Em contrapartida, 10 cidades ficarão sem investimentos.
Das 16 obras a serem realizadas em Corumbá, seis estão ligadas à cultura. Todas estão paradas. Além disso, há investimentos previstos para habitação, esgoto sanitário, inovação e pesquisa, entre outros. Na área da saúde, a cidade receberá equipamentos para laboratórios.
Enquanto Campo Grande possui 12 empreendimentos, Corumbá tem quatro obras previstas do Programa “Minha casa, minha vida”. Sendo que somente uma se encaixa na categoria de retomada e conclusão. No eixo da educação, ciência e tecnologia há previsão de duas retomadas dos serviços, tanto para a educação básica como a superior, e uma entrega de equipamentos para pesquisa agropecuária para o Embrapa Gado de Corte.
A Capital ainda foi contemplada em outras áreas, como a saúde, infraestrutura social e inclusiva, transporte eficiente e sustentável.
Com um empreendimento a menos que Campo Grande, o município de Dourados possui a mesma quantidade de investimento para a “Minha casa, minha vida” e até mesmo para a educação, ciência e tecnologia. A cidade ainda contará com obras para o aeroporto e ampliação dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
A quarta posição do ranking dos municípios do Estado que mais receberão empreendimentos é ocupada por Três Lagoas. Com nove obras a serem recebidas, quatro são de unidades habitacionais. As outras se dividem em educação básica, abastecimento de água, prevenção a desastres. Há ainda obras de transporte eficiente e sustentável em conjunto com o estado de São Paulo.
Contraste
Apesar de Mato Grosso do Sul estar recebendo 255 empreendimentos, 10 cidades não receberão nenhuma obra. A lista é composta por cidades que têm entre 3.059 a 24.966 habitantes, conforme o Censo do IBGE de 2020.
Até mesmo Ribas do Rio Pardo, o município mais populoso presente neste conjunto, sendo o terceiro maior do Estado em extensão, não receberá nenhuma obra. Mesmo estando nos holofotes desde o início da construção da fábrica de celulose da Suzano e sofrendo um boom imobiliário desde 2021.
Junto estão Alcinópolis, Corguinho, Figueirão, Japorã, Jateí, Juti, Sete Quedas, Taquarussu e Vicentina. Esses municípios possuem metade da população de Ribas do Rio Pardo, alguns até menos. Vale ressaltar que na tabela 24 empreendimentos não têm identificação do município nos dados.
Outras cidades como Tacuru, Paranhos, Coronel Sapucaia, Novo Horizonte do Sul, Deodápolis, Angélica, Brasilândia, Água Clara, Laguna Carapã, Paraíso das Águas, Sonora, Jaraguari e Porto Murtinho receberão uma obra cada. Sendo divididas entre educação básica, saúde, habitação e esgotamento sanitário.
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