O deputado afirmou que neste momento, o foco está na sua reeleição.
(Divulgação ALMS)
Dando início as articulações políticas regionais, o deputado estadual Márcio Fernandes (MDB) não negou ter sido convidado pelo PSDB para integrar as secretarias do Governo do Estado. O emedesbista, que seria o terceiro a fazer alianças com governador Reinaldo Azambuja (PSDB), ressaltou que fica feliz por ser lembrado, mas atualmente agradeceria a oportunidade.
"Diferente do Eduardo Rocha [MDB] que foi convidado por ser uma pessoa ligada ao meio e muito influente, sem nenhuma ligação política, eu já almejo a minha reeleição. Então esse não é o momento que me cabe assumir um cargo no governo, pois teria que sair em março do ano que vem", frisou.
Conforme o parlamentar, as articulações políticas são necessárias e a saída do também deputado estadual, Eduardo Rocha (MDB) traz uma movimentação nas cadeiras da Assembleia Legislativa. "A saída do Eduardo também movimento nosso cenário, estamos trazendo o ex-prefeito Paulo Duarte [MDB] de volta a cena. Como ele já havia manifestado seu interesse em disputar novamente as eleições para a proporcional do estado, esse é um momento que vai ajudar ele a fortalecer sua candidatura futuramente", pontuou.
Cenário
Sem negar que a real intenção do PSDB é trazer aliados de partidos adversários para perto, Márcio 'sinalizou' discretamente que o convite dos tucanos visam minimizar os concorrentes para as próximas eleições.
“O intuito deles [PSDB] é fazer com o MDB diminua cada vez mais as chances de uma candidatura a majoritária estadual, mas nada impede a entrada do André Puccinelli na disputa ao cargo no ano que vem”, afirmou a fonte.
Apesar de manifestar-se contrário ao convite, a movimentação no cenário político regional e do próprio MDB ficaria ainda mais afetado para 2022, trazendo os nomes do vereador Drº Loester, Dharleng Campos e até mesmo Paulo Siufi.
Mesmo ciente que todos os convites fazem parte das articulações feitas entre os caciques dos dois partidos, como ex-governador André Puccinelli (MDB) e o atual governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), o deputado negou ter conversado com o chefe maior do MDB sobre a aliança com seu nome.
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