Reunião que discute a implantação do Corredor Bioceânico, em Campo Grande.
(Valdenir Rezende / Correio do Estado)
A existência de uma reserva indígena na região de Carmelo Peralta, no Paraguai, impede que o traçado para a ponte internacional ligando Porto Murtinho ao país vizinho seja concretizado.
Esse trajeto precisa ser feito para viabilizar o corredor rodoviário entre Mato Grosso do Sul e os portos do norte do Chile.
Além disso, a solução, que seria a mudança do traçado, elevaria o valor de construção de R$ 120 milhões para R$ 1 bilhão, inviabilizando financeiramente a obra, que será erguida com 50% de capital paraguaio e 50% de capital brasileiro.
A questão foi debatida ontem (28) na reunião do Grupo de Trabalho que se prepara para o Seminário Corredor Rodoviário Porto Murtinho – Portos do Norte do Chile, que será realizado hoje no Hotel De Ville Prime, em Campo Grande.
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