familia-4
[caption id="attachment_517856" align="alignleft" width="300"]
Família elogia receptividade dos corumbaenses. Foto: Karina Barbon/CDP[/caption]
Na contramão da correria do dia a dia e da ânsia na busca pelo sucesso profissional, algumas pessoas optam simplesmente por serem donas de si. Mas não estamos falando de abrir novos negócios e sim de uma vida alternativa e completamente livre. Em Corumbá é possível encontrar quem vive dessa maneira.
Os artistas de rua, muitas vezes confundidos com andarilhos, ganham a vida de maneira leve e sem comprometimentos com os padrões de um emprego comum.
Hector Gonzalo está no Brasil há dois meses com a esposa e uma filha de 2 anos. Nascido na Argentina, trabalhava como ferreiro mas decidiu que não queria mais ser empregado. Hoje faz malabarismos pelas ruas e divide as contas com a esposa, que se dedica aos trabalhos manuais.
[caption id="attachment_517855" align="aligncenter" width="900"]
Hector tira o sustento da família fazendo malabares. Foto: Karina Barbon/CDP[/caption]
“Conheci minha esposa viajando, ela é artesã, vivemos livres e somos felizes assim.” Eles moram num quarto alugado e o argentino garante que com a arte que apresenta, mais os artesanatos da esposa, conseguem o suficiente para viver bem. Já passaram pelo Chile, Bolívia, Paraguai e afirmam que o Brasil é o melhor país que estiveram pela receptividade.
“A maioria das pessoas que passam, sorriem e cumprimentam. Nem sempre colaboram com nossa arte, mas fazem questão de parabenizar pelo nosso trabalho.” Hector afirma com muito orgulho que é artista de rua e não se sentiu discriminado em Corumbá. Pretende ficar por aqui até o final do mês e seguir para Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.
[caption id="attachment_517857" align="alignright" width="300"]
Equipe do Centro Pop, para moradores de rua, adastraram a família. Foto: Karina Barbon/CDP[/caption]
Além do acolhimento da população corumbaense, a cidade proporciona outro tipo de ajuda. A instituição Centro Pop, vinculada com a Secretaria de Assistência Social trabalha com moradores de rua, artistas, imigrantes e pessoas que precisam de auxílio.
Através de um cadastro orientam e disponibilizam serviços para ajudá-los, que são: atendimento médico, encaminhamento ao Albergue local, passagens para retornarem as suas cidades, alimentação, entre outros. Hector foi cadastrado e terá direito aos benefícios do projeto.
“Aqui no Brasil não nos questionam e nem intimidam, simplesmente oferecem ajuda. Alimentos, fraldas, roupas. Nos tratam como artistas não como pedintes ou moradores de rua.”
Apesar da receptividade brasileira, os amantes da liberdade não criam raízes. E assim Héctor e a esposa vão seguindo em frente. Se despedem após algum tempo, mas nunca perdem o desejo de voltar.
Família elogia receptividade dos corumbaenses. Foto: Karina Barbon/CDP[/caption]
Na contramão da correria do dia a dia e da ânsia na busca pelo sucesso profissional, algumas pessoas optam simplesmente por serem donas de si. Mas não estamos falando de abrir novos negócios e sim de uma vida alternativa e completamente livre. Em Corumbá é possível encontrar quem vive dessa maneira.
Os artistas de rua, muitas vezes confundidos com andarilhos, ganham a vida de maneira leve e sem comprometimentos com os padrões de um emprego comum.
Hector Gonzalo está no Brasil há dois meses com a esposa e uma filha de 2 anos. Nascido na Argentina, trabalhava como ferreiro mas decidiu que não queria mais ser empregado. Hoje faz malabarismos pelas ruas e divide as contas com a esposa, que se dedica aos trabalhos manuais.
[caption id="attachment_517855" align="aligncenter" width="900"]
Hector tira o sustento da família fazendo malabares. Foto: Karina Barbon/CDP[/caption]
“Conheci minha esposa viajando, ela é artesã, vivemos livres e somos felizes assim.” Eles moram num quarto alugado e o argentino garante que com a arte que apresenta, mais os artesanatos da esposa, conseguem o suficiente para viver bem. Já passaram pelo Chile, Bolívia, Paraguai e afirmam que o Brasil é o melhor país que estiveram pela receptividade.
“A maioria das pessoas que passam, sorriem e cumprimentam. Nem sempre colaboram com nossa arte, mas fazem questão de parabenizar pelo nosso trabalho.” Hector afirma com muito orgulho que é artista de rua e não se sentiu discriminado em Corumbá. Pretende ficar por aqui até o final do mês e seguir para Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.
[caption id="attachment_517857" align="alignright" width="300"]
Equipe do Centro Pop, para moradores de rua, adastraram a família. Foto: Karina Barbon/CDP[/caption]
Além do acolhimento da população corumbaense, a cidade proporciona outro tipo de ajuda. A instituição Centro Pop, vinculada com a Secretaria de Assistência Social trabalha com moradores de rua, artistas, imigrantes e pessoas que precisam de auxílio.
Através de um cadastro orientam e disponibilizam serviços para ajudá-los, que são: atendimento médico, encaminhamento ao Albergue local, passagens para retornarem as suas cidades, alimentação, entre outros. Hector foi cadastrado e terá direito aos benefícios do projeto.
“Aqui no Brasil não nos questionam e nem intimidam, simplesmente oferecem ajuda. Alimentos, fraldas, roupas. Nos tratam como artistas não como pedintes ou moradores de rua.”
Apesar da receptividade brasileira, os amantes da liberdade não criam raízes. E assim Héctor e a esposa vão seguindo em frente. Se despedem após algum tempo, mas nunca perdem o desejo de voltar.
Leia Também
Segurança Pública
MS reforça segurança prisional com novos equipamentos tecnológicos
justiça
STF confirma regras para responsabilizar big techs por conteúdo ilegal
geral
Conserto emergencial pode afetar abastecimento de água em Ladário
Plantão
Adolescente fica ferido após colisão entre carro e bicicleta sem freio em Corumbá
Tempo
Quarta-feira de manhã nublada e tarde com previsão de sol em Corumbá e Ladário
geral
Funcionários da Embrapa farão paralisação nacional nesta quarta-feira (17)
esporte
Bolsa Atleta confirma 304 beneficiados e libera apoio em agosto
Plantão
Homem é encontrado inconsciente e com múltiplas lesões em Corumbá
Plantão
Bombeiros percorrem o Pantanal para socorrer peão após queda de cavalo
Tempo