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Os poucos deputados presentes ao plenário aguardavam, de forma tranquila, a hora de falar da tribuna. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil[/caption]
Corredores desertos e plenário praticamente vazio marcaram o início, ainda de madrugada, do segundo dia de debates sobre a admissibilidade do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Já são mais de 24 horas de discursos, a maior parte favoráveis ao afastamento de Dilma Rousseff.
Os poucos deputados presentes ao plenário aguardavam, de forma tranquila, a hora de falar da tribuna. O presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que abriu os trabalhos ontem (15), às 8h55, deixou a Câmara pouco depois da meia noite. Após discursarem, a maior parde deles ia embora, com previsão de retorno no fim da manhã.
Durante a madrugada, os parlamentares que entravam na Câmara eram, em sua maioria, os escalados para fazerem uso da palavra pelo tempo reservado aos seus partidos. Enquanto deputados de outras legendas discursavam no plenário, os próximos a falar dedicavam o tempo a conversas com aliados e pausas para fotografias.
Aproveitando o baixo quórum e a permissão provisória dos seguranças da Casa, o deputado Fernando Francischini (SD-PR) e colegas de partido colocaram uma faixa com os dizeres "Movimento Tchau Querida" e "Acabou a boquinha" próximo à tribuna. Enquanto integrantes do PDT se pronunciavam do outro lado do plenário, correligionários de Francischini posaram sorrindo para fotos ao lado da faixa.
Já os deputados do PCdoB, enquanto aguardavam a sua vez de fala durante um dos pequenos intervalos entre as sessões, levaram pequenos cartazes para a frente do plenário. Os parlamentares comunistas também recorreram a fotografias para registrar as cartolinas que expunham frases como "Brasil contra o golpe" e "Vem pra democracia".
A lanchonete do plenário, conhecida como cafezinho, ficou aberta ininterruptamente. O esquema de segurança formado previa um número muito maior de parlamentares e jornalistas, o que não se confirmou em todos os momentos das discussões noturnas.
Desde o fim da noite de sexta até o amanhecer deste sábado (16), discursaram representantes PRB, PTB, PDT, SD e PTN, PCdoB e PSC. Para cumprir o cronograma dos debates, todas as legendas devem ter fala de até uma hora. Um possível acordo para acelerar as discussões e evitar que a votação se prolongue até segunda-feira (18) pode ser articulado nas próximas horas.
Autoria: Agência Brasil
Os poucos deputados presentes ao plenário aguardavam, de forma tranquila, a hora de falar da tribuna. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil[/caption]
Corredores desertos e plenário praticamente vazio marcaram o início, ainda de madrugada, do segundo dia de debates sobre a admissibilidade do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Já são mais de 24 horas de discursos, a maior parte favoráveis ao afastamento de Dilma Rousseff.
Os poucos deputados presentes ao plenário aguardavam, de forma tranquila, a hora de falar da tribuna. O presidente da Casa, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que abriu os trabalhos ontem (15), às 8h55, deixou a Câmara pouco depois da meia noite. Após discursarem, a maior parde deles ia embora, com previsão de retorno no fim da manhã.
Durante a madrugada, os parlamentares que entravam na Câmara eram, em sua maioria, os escalados para fazerem uso da palavra pelo tempo reservado aos seus partidos. Enquanto deputados de outras legendas discursavam no plenário, os próximos a falar dedicavam o tempo a conversas com aliados e pausas para fotografias.
Aproveitando o baixo quórum e a permissão provisória dos seguranças da Casa, o deputado Fernando Francischini (SD-PR) e colegas de partido colocaram uma faixa com os dizeres "Movimento Tchau Querida" e "Acabou a boquinha" próximo à tribuna. Enquanto integrantes do PDT se pronunciavam do outro lado do plenário, correligionários de Francischini posaram sorrindo para fotos ao lado da faixa.
Já os deputados do PCdoB, enquanto aguardavam a sua vez de fala durante um dos pequenos intervalos entre as sessões, levaram pequenos cartazes para a frente do plenário. Os parlamentares comunistas também recorreram a fotografias para registrar as cartolinas que expunham frases como "Brasil contra o golpe" e "Vem pra democracia".
A lanchonete do plenário, conhecida como cafezinho, ficou aberta ininterruptamente. O esquema de segurança formado previa um número muito maior de parlamentares e jornalistas, o que não se confirmou em todos os momentos das discussões noturnas.
Desde o fim da noite de sexta até o amanhecer deste sábado (16), discursaram representantes PRB, PTB, PDT, SD e PTN, PCdoB e PSC. Para cumprir o cronograma dos debates, todas as legendas devem ter fala de até uma hora. Um possível acordo para acelerar as discussões e evitar que a votação se prolongue até segunda-feira (18) pode ser articulado nas próximas horas.
Autoria: Agência Brasil
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