Com o pagamento do 13° o comércio local está movimentado durante todo o dia. Basta um breve passeio pelas Ruas Frei Mariano e Delamare para perceber que valeu a pena o otimismo dos lojistas em acreditar nas boas vendas para este final de ano. Mesmo em meio a crise financeira que atinge todo o país, o consumidor não está abrindo mão das tradicionais compras de roupas novas para as festividades.
O 13°, benefício trabalhista, é a melhor oportunidade do comércio para aumentar o faturamento do mês de dezembro. O corumbaense está dividindo o uso do salário extra para pagar dívidas já penduradas e também para finalizar as comprar de presentes e objetos para uso próprio. Os segmentos mais procurados nestas épocas são os setores de calçados e roupas.
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Lucas de Souza, gerente geral, continua otimista com as vendas. Foto: Gesiane Medeiros[/caption]
Em conversa com Lucas de Souza, gerente geral de uma das lojas de roupas mais movimentadas do centro, o investimento feito na estrutura, expandindo os setores, e em pessoal, está apresentando um bom resultado, a loja contratou 19 funcionários temporários. “Desde o início do mês estamos conseguindo superar as vendas do último final de ano, a vinda dos bolivianos também está contribuindo para o saldo positivo”, aponta o gerente.
Sobre o horário estendido para funcionamento das lojas do centro comercial, que desde a última sexta-feira (18), funciona até as 22h, o gerente afirma que tal medida tem boa aceitação pelo público, “desde o primeiro dia em que as portas ficaram abertas até mais tarde, a loja não ficou vazia, quem trabalha tem a oportunidade de realizar suas compras com mais calma”, diz Lucas.
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Priscila está grávida de seu primeiro filho e diz que não abre mão das compras de final de ano. Foto: Gesiane Medeiros[/caption]
Para Priscila Samaniego, secretária, o final de ano está sendo de controle, “meu marido e eu trabalhos e estamos esperando nosso primeiro filho, a empolgação é grande, mas devemos manter o controle, nosso objetivo é por em dia algumas contas e guardar um pouco para as compras de roupas novas e presentes que não podem faltar. Não está fácil, mas a gente dá um jeitinho”, diz a consumidora que usa o horário do almoço e também o prolongamento de horário para terminar as compras.
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Luciene é autônoma e sente falta do 13°. Foto: Gesiane Medeiros[/caption]
Quem não trabalha com carteira devidamente assinada, como Luciene Jerônimo, vendedora autônoma de lingerie, o controle deve ser ainda maior, "as vendas dos produtos que comercializo não estão bem desde o meio do ano, e como não tenho 13° as contas ficam ainda mais apertadas", ressalta a Luciene.
Lucas de Souza, gerente geral, continua otimista com as vendas. Foto: Gesiane Medeiros[/caption]
Em conversa com Lucas de Souza, gerente geral de uma das lojas de roupas mais movimentadas do centro, o investimento feito na estrutura, expandindo os setores, e em pessoal, está apresentando um bom resultado, a loja contratou 19 funcionários temporários. “Desde o início do mês estamos conseguindo superar as vendas do último final de ano, a vinda dos bolivianos também está contribuindo para o saldo positivo”, aponta o gerente.
Sobre o horário estendido para funcionamento das lojas do centro comercial, que desde a última sexta-feira (18), funciona até as 22h, o gerente afirma que tal medida tem boa aceitação pelo público, “desde o primeiro dia em que as portas ficaram abertas até mais tarde, a loja não ficou vazia, quem trabalha tem a oportunidade de realizar suas compras com mais calma”, diz Lucas.
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Priscila está grávida de seu primeiro filho e diz que não abre mão das compras de final de ano. Foto: Gesiane Medeiros[/caption]
Para Priscila Samaniego, secretária, o final de ano está sendo de controle, “meu marido e eu trabalhos e estamos esperando nosso primeiro filho, a empolgação é grande, mas devemos manter o controle, nosso objetivo é por em dia algumas contas e guardar um pouco para as compras de roupas novas e presentes que não podem faltar. Não está fácil, mas a gente dá um jeitinho”, diz a consumidora que usa o horário do almoço e também o prolongamento de horário para terminar as compras.
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Luciene é autônoma e sente falta do 13°. Foto: Gesiane Medeiros[/caption]
Quem não trabalha com carteira devidamente assinada, como Luciene Jerônimo, vendedora autônoma de lingerie, o controle deve ser ainda maior, "as vendas dos produtos que comercializo não estão bem desde o meio do ano, e como não tenho 13° as contas ficam ainda mais apertadas", ressalta a Luciene.
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