images
Não podemos generalizar, nem julgar todos por um, a fim de não cometermos injustiças. Nesta quarta-feira,1º de Junho, veiculamos uma matéria em que vereadores reclamam de funerárias que não atendem pessoas carentes e ainda falam mal dos caixões doados pelo município. Não estamos tomando dores de ninguém apenas lembrando que certos fatos não podem, nem devem ser ignorados.
Indústria da morte
Ocorre, que esta jornalista, que atua na cidade há mais de 20 anos, conhece de perto a realidade das funerárias e sabe quem é quem na ordem do dia. Garanto que o serviço social prestado pela Funerária Cristo Rei tem feito muito mais que doar caixão para carentes, eles doam desde o cafezinho servido nos velórios. A credibilidade da família não pode ser colocada em cheque por causa de aventureiros. Conheci Seo Zaqueu (finado) em 1999 e nunca vi uma pessoa tão dedicada e tão consciente de suas funções na sociedade. Me lembro de finado Jefrinho (Jefres Martins Nunes) , filho de Seo Zaqueu (Funeraria Cristo Rei) e das brigas antigas com as outras funerárias que na época eram acusadas de pagar enfermeiros para desligar aparelhos de pacientes terminais. Dizem que mantinham um forte esquema no hospital. Este caso foi parar na justiça e enfermeiros " ligados" a Heraldo foram demitidos da Santa Casa.
Pistolagem
Foram anos difíceis aqueles e Jefrinho sempre nos procurava, quando era repórter da Rádio Clube, se queixando desse ato tão brutal. Tanto brigou por justiça que acabou sendo assassinado com 11 tiros na porta de sua casa, após longo e cansativo dia de serviço. Noite triste aquela, em que o dono da antiga Funerária Cidade Branca, conhecido por Heraldo Pereira de Menezes pagou dois pistoleiros para assassinar o jovem recém formado em direito, com apenas 24 anos. Crime bárbaro em que os pistoleiros, presos em flagrante, denunciaram a autoria. Heraldo continua foragido, em local incerto e não sabido. Hoje a filha do casal, Geice Martins Nunes toma conta dos negócios sozinha. A menininha cresceu na marra e luta para seguir o exemplo do pai e do irmão, trabalhando com honestidade e dedicação.
Luto
Quem perdeu foi a família Cristo Rei, Dona Maria chorou em poucos meses a morte do filho amado, do marido (em acidente) e da irmã. Creio que Corumbá deva ter gratidão e respeito por essa família tão querida , que tanto investiu na nossa cidade e tanto vem inovando com planos de saúde e odontológico para seus associados, porque, pagar pelo próprio caixão deixou ser “ agouro” , entrando para a lista das necessidades básicas, afinal, ninguem quer deixar dividas funerárias para os parentes...Ou estou errada? O ditado diz que, “ o último momento da nossa vida, nada mais é, do que consequência do primeiro”. E os psiquiatras mais famosos afirmam que , “ só aprendemos a viver quando tomamos consciência de que a qualquer momento podemos morrer” .
Em fim
Se tem alguém fazendo coisa errada, que os nomes sejam revelados a fim que não envolver outras pessoas ou levantar suspeitas em quem trabalha com seriedade.
Ocorre, que esta jornalista, que atua na cidade há mais de 20 anos, conhece de perto a realidade das funerárias e sabe quem é quem na ordem do dia. Garanto que o serviço social prestado pela Funerária Cristo Rei tem feito muito mais que doar caixão para carentes, eles doam desde o cafezinho servido nos velórios. A credibilidade da família não pode ser colocada em cheque por causa de aventureiros. Conheci Seo Zaqueu (finado) em 1999 e nunca vi uma pessoa tão dedicada e tão consciente de suas funções na sociedade. Me lembro de finado Jefrinho (Jefres Martins Nunes) , filho de Seo Zaqueu (Funeraria Cristo Rei) e das brigas antigas com as outras funerárias que na época eram acusadas de pagar enfermeiros para desligar aparelhos de pacientes terminais. Dizem que mantinham um forte esquema no hospital. Este caso foi parar na justiça e enfermeiros " ligados" a Heraldo foram demitidos da Santa Casa.
Pistolagem
Foram anos difíceis aqueles e Jefrinho sempre nos procurava, quando era repórter da Rádio Clube, se queixando desse ato tão brutal. Tanto brigou por justiça que acabou sendo assassinado com 11 tiros na porta de sua casa, após longo e cansativo dia de serviço. Noite triste aquela, em que o dono da antiga Funerária Cidade Branca, conhecido por Heraldo Pereira de Menezes pagou dois pistoleiros para assassinar o jovem recém formado em direito, com apenas 24 anos. Crime bárbaro em que os pistoleiros, presos em flagrante, denunciaram a autoria. Heraldo continua foragido, em local incerto e não sabido. Hoje a filha do casal, Geice Martins Nunes toma conta dos negócios sozinha. A menininha cresceu na marra e luta para seguir o exemplo do pai e do irmão, trabalhando com honestidade e dedicação.
Luto
Quem perdeu foi a família Cristo Rei, Dona Maria chorou em poucos meses a morte do filho amado, do marido (em acidente) e da irmã. Creio que Corumbá deva ter gratidão e respeito por essa família tão querida , que tanto investiu na nossa cidade e tanto vem inovando com planos de saúde e odontológico para seus associados, porque, pagar pelo próprio caixão deixou ser “ agouro” , entrando para a lista das necessidades básicas, afinal, ninguem quer deixar dividas funerárias para os parentes...Ou estou errada? O ditado diz que, “ o último momento da nossa vida, nada mais é, do que consequência do primeiro”. E os psiquiatras mais famosos afirmam que , “ só aprendemos a viver quando tomamos consciência de que a qualquer momento podemos morrer” .
Em fim
Se tem alguém fazendo coisa errada, que os nomes sejam revelados a fim que não envolver outras pessoas ou levantar suspeitas em quem trabalha com seriedade.
Deixe seu Comentário
Leia Também
Entrelinhas Sylma
Rescaldo do Carnaval
Entrelinhas Sylma
Entre Elas
Entrelinhas Sylma
Então é Natal!
Entrelinhas Sylma
Quem paga a conta da justiça?
Entrelinhas Sylma
Turistando em Corumbá...
Entrelinhas Sylma
Os tempos mudaram...
Entrelinhas Sylma
Descaso com o "ir e vir"
Entrelinhas Sylma
Contratos digitais e serviço público
Entrelinhas Sylma
O caos do trânsito em Corumbá
Entrelinhas Sylma