onibus
Durante anos o poder público municipal lutou para trocar a Empresa de Transporte Coletivo Urbano que não mais atendia os anseios da comunidade, pecando principalmente no quesito segurança e conforto. Concluída essa fase, uma nova Empresa passou a ser a detentora da concessão do transporte urbano local, e de pronto, passou a atender os usuários com veículos novos, confortáveis e que estão de acordo aos padrões impostos pelas agências reguladoras.
Mas, nem tudo são flores. Se de um lado a estrutura melhorou, o atendimento por parte de alguns funcionários (motoristas) piorou. Constantemente recebemos denúncias e reclamações acerca da velocidade praticada acima do regulamentar, fechadas sobre carros, motocicletas e ciclistas e por fim, desrespeito nas preferenciais dentro de rotatórias.
Para piorar a situação, o trajeto de algumas linhas a serem seguidas pelos motoristas, por parte de alguns, ficam a seu bel prazer segui-las na integra ou não. Hoje, os moradores do Conjunto Guanabara, perderam a paciência contra certos abusos e colocaram a boca no trombone. Segundo a denuncia, muitos motoristas não cumprem o trajeto determinado pois,não querem transitar em ruas sem iluminação e desertas.
Ora! E os moradores que ficam a esperar o transporte coletivo nas ruas escuras? Não cabe aos motoristas determinarem se devem ou não atender os usuários dessas localidades com problemas de iluminação. Compete aos mesmos, levarem os problemas aos seus superiores e estes, buscarem uma solução junto aos órgãos competentes.
Dignidade para com a população em primeiro lugar.
Vai de Taxi? Não !!!
E por falar em velocidade, qualquer dia poderemos ser surpreendidos por notícias trágicas envolvendo os táxis de nossa cidade. Para comprovar essa premonição, basta embarcar em algum na rodoviária,principalmente na hora da chegada dos ônibus provenientes da capital. O desespero em terminar uma corrida para pegar outra, está colocando em risco os passageiros e transeuntes.
Outro absurdo que deve ser averiguado e cobrado pelos órgãos competentes, está relacionado ao valor das corridas. Nesse sentido recebemos inúmeras reclamações com exemplificações diversas de que os mesmos, quase nunca acionam o taxímetro e cobram as corridas conforme a cara do passageiro. Uma das reclamações atestam que uma corrida entre o terminal rodoviário e o centro da cidade, custa em média entre R$ 15,00 (quinze reais) e R$ 20,00 (vinte reais), em uma trajetória que não passa de 1,0 quilômetro. Para comprovarmos o abuso nas cobranças, uma corrida entre o Aeroporto de Congonhas (SP) ao Hotel Formule 1 (Inicio da Avenida Paulista), custa R$ 25,00 (vinte e cinco reais), em uma trajetória de 7,2 quilômetros.
É abuso ou não?
Outro absurdo que deve ser averiguado e cobrado pelos órgãos competentes, está relacionado ao valor das corridas. Nesse sentido recebemos inúmeras reclamações com exemplificações diversas de que os mesmos, quase nunca acionam o taxímetro e cobram as corridas conforme a cara do passageiro. Uma das reclamações atestam que uma corrida entre o terminal rodoviário e o centro da cidade, custa em média entre R$ 15,00 (quinze reais) e R$ 20,00 (vinte reais), em uma trajetória que não passa de 1,0 quilômetro. Para comprovarmos o abuso nas cobranças, uma corrida entre o Aeroporto de Congonhas (SP) ao Hotel Formule 1 (Inicio da Avenida Paulista), custa R$ 25,00 (vinte e cinco reais), em uma trajetória de 7,2 quilômetros.
É abuso ou não?
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