Dilsinho atraiu grande público para a última noite do FAS 2026.
(Foto: Elias Campos/FCMS)
Nove anos após o show que marcou o início de sua trajetória, o cantor Dilsinho retornou a Corumbá no último domingo, 17 de maio, para um encerramento histórico na programação do Festival América do Sul (FAS) 2026. A noite derradeira atraiu uma multidão estimada em mais de 20 mil pessoas pela organização, consolidando-se como um dos momentos mais marcantes e emblemáticos desta edição do evento pantaneiro. No palco, a sintonia com a plateia foi imediata: visivelmente emocionado, o pagodeiro agradeceu o carinho dos fãs por diversas vezes e se declarou ao público com um enfático "Eu amo Corumbá".
Antes mesmo de subir ao palco, o artista não escondeu a forte expectativa que envolvia o seu retorno à região. Dilsinho relembrou o hiato de quase uma década e celebrou o amadurecimento conquistado ao longo do período. "Tanta coisa aconteceu na minha vida, na minha carreira de quase 10 anos — muita coisa boa aconteceu. Então estava esperando esse momento de poder voltar depois de muito tempo em um lugar onde a gente veio no começo da carreira", destacou o cantor, prevendo a atmosfera especial que ditaria as próximas horas.

Durante quase duas horas de apresentação, o repertório passeou por grandes sucessos autorais, incluindo os hits “Diferentão”, “Péssimo Negócio”, “Sou Pagodeiro” e “Baby, me atende”. Demonstrando versatilidade, o artista também empolgou a multidão ao apresentar releituras de clássicos consagrados da música brasileira, como “Fogo e Paixão”, de Wando, e “A Lenda”, da dupla Sandy & Junior. Para os corumbaenses, a curadoria do festival acertou em cheio ao mesclar ritmos. Moradores locais ressaltaram a importância do festival em pulsar a cultura viva no interior do Pantanal, celebrando a vinda de Dilsinho e do funk de Dennis DJ nesta edição, sucedendo a grandiosidade de Alcione no ano anterior.
Na plateia, o show funcionou como uma verdadeira máquina do tempo, costurando memórias e realizando desejos antigos. Para a estudante Andressa Colman, de 24 anos, a noite significou o resgate de um sonho de adolescência frustrado quando ela tinha apenas 15 anos e não pôde ir à primeira apresentação do músico na cidade. Já para a pequena Vitória Souza, a comemoração foi dupla: ao completar 12 anos, ela ganhou o show de presente de aniversário da tia, Jeane Mara, garantindo uma lembrança afetiva que ficará marcada para sempre em sua história. *Com informações da Assesosria da PMC
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