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Após 16 dias de protestos ONU pede paz e proteção dos direitos humanos na Bolívia

Três mortos e 346 feridos em 16 dias de protestos na Bolíivia e

08 novembro 2019 - 08h23Flávia Ibanez

Três mortos, 346 feridos e 220 detidos deixaram os distúrbios na Bolívia por alegações de fraude nas eleições gerais de 20 de outubro, segundo dados da Ouvidoria nos 16 dias de protestos.

O dia de quarta-feira foi o mais violento desde as eleições, com 97 feridos e um morto em Cochabamba. Os outros dois falecidos ocorreram na última quarta-feira, 30 de outubro, em Montero, em confrontos entre apoiadores e detratores do presidente Evo Morales.

Os relacionados a Morales defendem sua vitória nas urnas pelo quarto mandato consecutivo, enquanto os que se opõem ao presidente denunciam fraudes eleitorais, que renunciam ao poder e convocam novas eleições.A ONU e a Igreja pedem paz e proteção dos direitos humanos

Após a briga em Cochabamba, foram iniciados procedimentos judiciais para encontrar as pessoas responsáveis ??pelo ataque ao prefeito Arce e pela morte do estudante

Um dia após os confrontos em Cochabamba, em que uma pessoa morreu, cerca de 100 ficaram feridos, um prédio público foi queimado e a prefeita de Vinto, Patricia Arce (MAS) foi agredida, a Igreja Católica pediu para rever  atitudes de confronto entre os grupos mobilizados, enquanto o Sistema das Nações Unidas na Bolívia exigia que a Polícia, o Ministério Público e o Poder Judiciário investigassem, processasse, e punissem os responsáveis ??por esses crimes, que ele descreveu como “hediondos”.

Além disso, no comunicado divulgado pela ONU, lembra às autoridades competentes que é seu dever garantir, a todo o momento, o respeito, a proteção e a garantia dos direitos humanos de todos os bolivianos e, portanto, incentiva-os a agir preventivamente antes de qualquer ato de violência.Por outro lado, o arcebispo de Cochabamba, Óscar Aparicio, apresentou uma mensagem à sociedade na qual apela a depor atitudes de confronto aos setores mobilizados no país.

Fronteira com Corumbá

Apesar de ser um dos pontos mais pacíficos no conflito que vem gerando uma onda de violência na Bolívia, a Fronteira com Corumbá, continua fechada, bloqueada por carros e cones. O comércio abre diariamente das 7h até o meio dia. Só entram ou saem da do país vizinho a pé. Estudantes bolivianos estão prejudicados. A movimentação financeira na Fronteira amarga um  prejuízo incalculável. Ônibus da empresa Andorinha que leva os comerciantes para São Paulo está parado há 17 dias. O comércio corumbaense também amarga perdas significativas, pois com o aumento do dólar e valorização da moeda , eles que fomentam o comercio em Corumbá. Ninguém sabe o fim desse impasse, mas, o povo garante que não vai abandonar a luta pela pela demacracia.

 

 

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