Menu
sexta, 06 de fevereiro de 2026
Prefeitura de Corumbá - Carnaval 2026
Andorinha - WhatsApp
Saúde

SUS inicia transição de insulina humana para a de ação prolongada

06 fevereiro 2026 - 14h47Agência Brasil

O Ministério da Saúde informou ter iniciado o processo de transição do uso da insulina humana (NPH) para a insulina análoga de ação prolongada, a glargina, no Sistema Único de Saúde (SUS).

O projeto-piloto será realizado, inicialmente, no Amapá, no Paraná, na Paraíba e no Distrito Federal, contemplando crianças e adolescentes de até 17 anos que vivem com diabetes tipo 1, além de idosos com 80 anos ou mais diagnosticados com diabetes tipo 1 ou 2.

A estimativa é que mais de 50 mil pessoas sejam contempladas nessa primeira fase do projeto.

Em nota, a pasta classificou a iniciativa como “avanço histórico” no cuidado de pessoas que vivem com diabetes no Brasil. “É um medicamento mais moderno, de ação prolongada, que facilita a rotina dos pacientes”. 

Entenda

A glargina é uma insulina de ação prolongada, de até 24 horas, o que facilita a manutenção dos níveis de glicose. O medicamento requer ainda uma única aplicação no dia.

A transição da insulina humana para a de ação prolongada, segundo o ministério, será feita de forma gradual, a partir da avaliação de cada paciente.

Nos quatro estados selecionados, a pasta já promove treinamentos no intuito de auxiliar profissionais de saúde da atenção primária. Após os primeiros meses, será feita uma avaliação dos resultados para construção de um cronograma de expansão para os demais estados do país.

“O tratamento com insulina glargina pode custar até R$ 250, para dois meses, na rede privada. A ampliação da sua oferta no SUS está alinhada às melhores práticas internacionais”, ressaltou a pasta.

Parceria

A expansão do uso da insulina glargina no SUS, de acordo com o ministério, é resultado de parceria para o desenvolvimento produtivo (PDP) envolvendo o laboratório Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com a empresa brasileira de biotecnologia Biomm e a chinesa Gan & Lee.

A iniciativa prevê a transferência da tecnologia para o Brasil. Em 2025, por meio da parceria, foram entregues mais de 6 milhões de unidades do medicamento, com investimento de R$ 131 milhões. A previsão é chegar ao fim de 2026 com capacidade de produção de até 36 milhões de tubetes para abastecimento do SUS.

“A autonomia na produção de insulina é fundamental diante de cenário de escassez global deste insumo”, destacou a pasta.

Receba as notícias no seu Whatsapp. Clique aqui para seguir o Canal do Capital do Pantanal.  

Deixe seu Comentário

Leia Também

saúde
Andorinha doa camas hospitalares à Santa Casa de Corumbá
saúde
Mato Grosso do Sul garante atendimento odontológico gratuito pelo SUS
saúde
Anvisa e MPF assinam acordo para combater cigarros eletrônicos
saúde
Estado de São Paulo confirma 12ª morte por intoxicação por metanol
saúde
Novo presidente assume a Junta Administrativa da Santa Casa de Corumbá
saúde
Anvisa proíbe venda de leite condensado e dois suplementos
saúde
Vacimóvel inicia roteiro pela região norte de MS; Pantanal recebe ação em Julho
Saúde
MS inicia aplicação de imunizante contra bronquiolite em bebês prematuros
saúde
Corumbá abre credenciamento para médicos na Rede de Urgência e Emergência
saúde
MS confirma 23 casos de dengue e registra 577 notificações da doença

Mais Lidas

Política
Pietro Candia reassume vaga de vereador na Câmara de Corumbá
polícia
PM conduz homem à Delegacia por violência doméstica em Ladário
Cidade
Famílias denunciam furtos e depredação em túmulos no cemitério Santa Cruz
saúde
Mato Grosso do Sul garante atendimento odontológico gratuito pelo SUS