A ASMMP (Associação Sul-Mato-Grossense de Membros do Ministério Público) emitiu uma nota declarando apoio ‘total e irrestrito’ à promotora de Justiça Luciana Moreira Schenk, casada com o policial Augusto Torres Galvão Florindo, do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros), preso na sexta-feira, 28 de novembro, por receber propina para facilitar o contrabando de vapes (cigarros eletrônios).
A entidade que representa os membros do MPMS criticou reportagem do Jornal Midiamax. No entanto, a matéria “Policial preso recebendo propina é casado com promotora que ‘fiscalizava’ polícias no MPMS” limitou-se a informar que Schenk é casada com policial acusado por corrupção e que ela atuou por anos no setor responsável por investigar, justamente, a polícia, o Gacep (Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial). Schenk chefiou investigações sobre abusos e ilegalidades envolvendo policiais. Atualmente, ela é assessora especial da Corregedoria-Geral do MPMS.
Em nota pública, assinada pelo presidente da ASMMP, promotor de Justiça Fabrício Secafen Mingati — que também já atuou no Gacep junto de Schenk — afirma que a promotora foi alvo de comentários ofensivos e que a entidade irá adotar as ‘medidas cabíveis para a preservação da honra e da segurança institucional de sua associada’.
O Jornal Midiamax declarou que se limitou a apresentar os fatos e não relacionou a membro do MPMS com o crime, mas com o fato de ela ter sido responsável por fiscalizar policiais e o esposo estar envolvido em caso de corrupção. O site de notícias da capital ainda informou que o MPMS, assim como todas as partes envolvidas, foi oficialmente acionado para se posicionar sobre o caso, o que ainda não ocorreu.
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Luciana Schenk é casada com policial preso em flagrante pela PF enquanto recebia propina para facilitar contrabando. (Foto: MPM com montagem)

