Polícia

Especialistas reforçam orientações para quem vai pegar a estrada no Carnaval

14 FEV 2026 • POR Gesiane S. Lourenço • 10h04
Viatura da Polícia Científica de MS em rodovia no estado. - Foto: Comunicação PCi-MS

Com o aumento expressivo no fluxo de veículos em direção a destinos como Bonito, Corumbá e o Pantanal, a Polícia Científica de Mato Grosso do Sul (PCi-MS) reforça o alerta para a segurança nas estradas durante o feriado de Carnaval. A análise técnica de acidentes registrados em anos anteriores revela padrões de risco que motoristas devem evitar para garantir uma viagem segura.

Atenção redobrada nas principais rodovias de MS

O trabalho pericial aponta que trechos de rodovias federais e estaduais exigem cuidados específicos devido às suas características:

Fatores que determinam a gravidade dos acidentes

Segundo Thayla Venancio, perita criminal e chefe do Núcleo de Perícias Externas do Instituto de Criminalística, a análise dos vestígios na pista ajuda a entender como as tragédias acontecem. "Muitas vezes, são decisões tomadas em segundos — como uma ultrapassagem forçada ou o uso do celular — que determinam a gravidade de um impacto", explica.

Policiais Militares do Grupamento de Motos. Foto: Divulgação/PM

Entre os principais causadores de sinistros identificados pela perícia estão:

Dicas da Perícia para uma viagem segura

Antes de pegar a estrada, a Polícia Científica recomenda um check-list rigoroso:

  1. Respeite a sinalização: Especialmente em trechos de pista simples.
  2. Use o cinto de segurança: Item indispensável que salva vidas em capotamentos e colisões.
  3. Mantenha distância: Em rodovias como a BR-163, manter distância de caminhões evita acidentes em frenagens bruscas.
  4. Preservação do local: Em caso de acidentes, após o socorro às vítimas, manter a cena intacta é vital para que os peritos criminais identifiquem as causas reais do ocorrido.

"Cada acidente evitado significa que uma família voltou em segurança para casa. Nosso objetivo é que a perícia técnica seja uma ferramenta de prevenção e não apenas de resposta", finaliza Thayla Venancio.

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