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Com homenagem à Dona Maninha, Imperatriz Corumbaense empolga a General Rondon

25 FEV 2020 • POR Prefeitura Muniipal de Corumbá • 08h54
Casal de mestre salas e porta bandeiras agradou ao público - PMC

A Imperatriz Corumbaense abriu a segunda noite de desfiles das escolas de samba de Corumbá na segunda-feira, 24 de fevereiro, contando os 100 anos de Dona Maninha, uma costureira que se dedicou a ajudar os leprosos. A escola apresenta o enredo “O Povo te conclama, Felisberta Gama de Campos: Dona Maninha, Matriarca e Imperatriz do Nosso Carnaval”, que conta e canta a história centenária de Dona Maninha.

Comissão de frente com 10 componentes e elemento alegórico representou “Entre Nascimento e Juventude, os Arautos Presidenciais”. Dona Maninha nasceu em 1919, ano em que Epitácio Pessoa presidia o Brasil. Neste cenário, como uma espécie de brincadeira, são as figuras presidenciais quem fazem a corte para a vinda de Felisberta a este mundo, que aparece em dois momentos – no elemento alegórico, segurando o bolo de 01 ano de idade, e já na sua juventude, na figura da integrante Carla Uchoa, também vice-presidente da escola.

Abre-Alas ‘Parabéns a você!’. A coroa da Imperatriz é a coroa da matriarca do povo! Junto a ela um bolo de aniversário vem para celebrar o centenário de nossa homenageada. Em vermelho e dourado!

Primeiro casal de Mestre Sala e Porta-Bandeira com fantasia ‘No escuro do cinema’. Porta-Bandeira representando o cinema, e o Mestre-Sala como lanterninha, uma das figuras mais emblemáticas das casas de exibição de películas na segunda década do Século XX.

Bateria com fantasia Nome da Fantasia ‘O Noivo’ em homenagem ao patriarca da família, Manoel, que desposou Dona Maninha em um emocionante casamento. Rainha de Bateria era a ‘Noiva’, representando Dona Maninha, pronta para o advento do casamento!

Alas Tratado de Paz, Henry Ford no Brasil, Laranjais e Fazenda Laranjal dão sequência ao desfile. Ala Fazenda Laranjal reproduziu parte do contexto da Fazenda Laranjal onde grande parte da infância de Dona Maninha foi vivida. Fauna e flora pantaneira estão como elementos cênicos do carro, que virá também com destaque de luxo.

Desfile mostrou alas Luz no Coração, representando a solidariedade de Dona Maninha, seguida por ala Sabedoria que mostrou a importância dos estudos e ala Aquidauana, exaltou a cidade que adotou Dona maninha em sua adolescência e onde ainda mantém estreitos laços.

Baianas são Costureiras. Uma forma de celebrar uma das habilidades da homenageada, que enquanto fazia suas costuras, observava com alegria um dos seus animais preferidos na natureza, as borboletas.

Carro ‘A Caridade’ simboliza a ação social de Dona Maninha na forma de leitos médicos, onde haverá encenação e elementos cênicos que ilustrarão a homenageada cuidando dos enfermos cuidando pacientes com Hanseníase, na época conhecida como Lepra.

Ala Brilho no Olhar trouxe para a Avenida a realização de se conseguir fazer o bem, para si, para a sua família, e para o próximo, mesmo que ainda um desconhecido, levando o afago a ele, e ao mesmo tempo sua alma, límpida e em paz com seus feitos. Seguida por  Perfumando a Passarela e Rancharia.

Alegoria O Jantar do Centenário encerrou apresentação. Uma grande celebração com a presença de familiares de Dona Maninha e a escultura representando o marido, Senhor Manoel em forma angelical na alegoria, A grande curiosidade do carro é a presença de um jantar de fato, com comida de verdade sendo servida aos integrantes da alegoria.