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Ministério Público investiga denúncia sobre mudança de horário em Escola de Tempo Integral na Capital

4 ABR 2016 • POR Sylma Lima • 14h32
Já não bastasse os baixos índices de aprovação da administração do Prefeito Alcides Bernal, a educação que sempre é manchete retorna à mídia por denúncia que envolve Escola de Ensino em Tempo Integral. [caption id="attachment_514462" align="alignleft" width="169"] Bilhete[/caption] O vereador, Eduardo Romero (Rede Sustentabilidade) encaminhou ofício para a Procuradoria-Geral de Justiça e à Promotoria da Infância, Adolescência e Juventude pedindo acompanhamento sobre mudança de rotina na Escola Municipal Professora Ana Lúcia de Oliveira Batista, que funciona em tempo integral, no bairro Paulo Coelho Machado. Essa denúncia foi motivada pelo relato de alguns pais que foram surpreendidos com o comunicado emitido pela direção da unidade escolar sobre mudanças no fracionamento do ensino, inclusive com pedido para que os responsáveis levem os filhos para casa no horário do almoço. De acordo com uma mãe que procurou o vereador, esta entregou a ele uma foto do recado da direção com a referida mudança. Anteriormente a rotina normal os alunos era a de entrarem às 7h, tomavam café da manhã, almoçam na escola, lancham e saiam às 17h. Agora, os alunos entram às 8h não tomam café, são liberados às 11h pra almoçar, retornam às 13h e ainda saem uma hora antes: às 16h. A justificativa no bilhete enviado aos pais é que devido à greve do setor administrativo da SEMED, as merendeiras se incluem no grupo de greve, ou seja, não há quem faça as refeições. Por outro lado alguns pais acreditam que esse fato deve-se também à falta de mantimentos no deposito da escola. O vereador, no seu encaminhamento ao Ministério Público, pediu acompanhamento acerca dos fatos motivadores desta mudança de rotina na escola citada Eduardo Romero também encaminhou nessa segunda-feira. 04, ofício para a Secretaria Municipal de Educação, solicitando informações sobre o fracionamento do horário escolar da escola Municipal Ana Lúcia, se a mudança se aplica a outras escolas e ainda se há falta de merenda na Rede Municipal de Ensino. O vereador também questiona que medidas a secretaria está tomando para normalizar a rotina escolar diante da greve dos administrativos.