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Youssef diz que presta esclarecimentos como fisioterapeuta e não como vereador

23 janeiro 2017 - 14h37
Youssef durante ida ao banheiro conversosu com o Capital do Pantanal. Foto: Sylma Lima

Levado pelo Gaeco para o Ministério Público Estadual o vereador Youssej Mohamed El Sala (PDT), disse ao Capital do Pantanal, durante uma ida ao banheiro, acompanhado do advogado Marcio Saldanha, que está prestando declarações como fisioterapeuta e não como vereador. Na verdade nem Youssef nem o advogado sabiam ao certo o teor das acusações mas, suspeitam que sejam de prováveis laudos de tratamento médico, que a justiça acredita serem forjados pelo fisioterapeuta para prolongar licenças medicas. Entretanto Youssef fez questão de esclarecer que foi conduzido com medida  coercitiva, “ na realidade estamos aqui para prestar esclarecimentos a algo relacionado ao meu trabalho como fisioterapeuta. E outra coisa que faço questão de frisar é que não houve mandado de busca e apreensão nem na minha casa , nem na minha clinica como está sendo divulgado erroneamente” .

Youssef esta no prédio do MPE acompanhado do advogado desde o início da manhã desta segunda-feira,23 de Janeiro. A coercitiva do fisioterapeuta que também é vereador faz parte de uma investigação realizada pelo Gaeco que trouxe ate Corumbá 50 policiais , mais promotores de justiça designados para esta investigação

Operação deflagrada na manhã desta segunda (23) em Corumbá pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), com o objetivo de atuar contra os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção, peculato e falsidade documental no âmbito de unidades prisionais da cidade, resultou na prisão de dois diretores dos estabelecimentos penais do regime fechado e semi-aberto, Ricardo Wagner Lima do Nascimento e Douglas Novaes Vilas, respectivamente, acusados de permitir regalias a detentos.

Presídio masculino de Corumbá. Foto: CDP
Malotes com possíveis provas chegam a todo momento no MPE. Foto: Sylma Lima

Além dos Promotores de Justiça e Policiais integrantes do Gaeco, a operação batizada de Operação Xadrez (em referência aos presídios onde foram cumpridas buscas e prisões), conta com o apoio de Promotores de Justiça da Comarca de Corumbá, e também de policiais do Batalhão do Choque, Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e a Polícia Militar de Corumbá.

 

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