Menu
sábado, 06 de março de 2021
Andorinha Fevereiro
Andorinha Fevereiro
Geral

Sesi integra Comitê Estadual de Combate ao Aedes aegypti

08 janeiro 2016 - 08h11Assessoria
A partir de agora o Sesi integra, oficialmente, o Comitê de Combate, Controle, Prevenção e Redução do Mosquito Aedes aegypti em Mato Grosso do Sul, que foi criado nesta quinta-feira (07/11) pelo Governo do Estado para, com o apoio de outras 26 instituições, auxiliar no monitoramento dos locais com foco do vetor da dengue, febre chikungunya e zika vírus. A cerimônia de oficialização da força tarefa estadual foi realizada na Governadoria, em Campo Grande (MS), com a presença do governador Reinaldo Azambuja e do ministro da Saúde, Marcelo Castro. Segundo o superintendente do Sesi, Bergson Amarilla, o trabalho é colaborativo e vai fazer com que todas as iniciativas voltadas para o combater o mosquito Aedes aegypti sejam otimizadas. “O grande problema hoje é conscientizar a comunidade em relação aos cuidados para eliminar todos os focos do mosquito nas casas. Nesse sentido, o Sesi, em parceria com a Fiems, DGPC e TV Morena, já vem realizando um trabalho de disseminação dessas informações nos bairros da Capital, uma parte importante da campanha”, disse, referindo-se à Campanha Guerra ao Mosquito Aedes aegypti iniciada em 21 de dezembro do ano passado. O governador Reinaldo Azambuja disse que o objetivo do Comitê será de prestar auxílio nas ações de monitoramento do combate ao mosquito. “A luta contra o Aedes aegypti envolve toda a sociedade e não é só o Estado e a União. Somente com o engajamento de todos cuidando uns dos outros é que vamos eliminar os focos desse vetor dessas três doenças muito graves”, declarou, destacando a importância do aumento da gratificação de R$ 128 para R$ 300 mensais aos agentes comunitários de saúde para elevar a produtividade no combate ao mosquito Aedes aegypti. Já o ministro da Saúde, Marcelo Castro, ratificou a ambiciosa meta de visitar todos os lares brasileiros até o fim de janeiro. “Tivemos 30 anos de convivência com o Aedes aegypti. Contemporizamos com o mosquito e foi um erro fatal”, afirmou, citando as mais de 800 mortes registradas por dengue no País e fazendo referência à situação nova da microcefalia epidêmica com a transmissão pelo mosquito. “A grande esperança está na vacina, embora a perspectiva dos cientistas é de que a disponibilidade de imunização contra a febre chikungunya e o zika vírus deva demorar de quatro a cinco anos”, pontuou.

Deixe seu Comentário

Leia Também

Geral
Aumento da gasolina também causa impacto no preço do etanol
OPORTUNIDADE
Receita Federal abre vagas de estágio em Corumbá
CULTURA
Eleitos os representantes não governamentais para o Conselho de Cultura do município
SEGURANÇA PÚBLICA
Em MS, Senad defende proposta de agilizar leilões de bens do crime organizado
POLICIAL
Bandidos armados usam carro oficial do Governo de MS para roubar casal na Afonso Pena
GERAL
Mãe é detida após espancar bebê de 9 meses com pedaço de madeira em cidade de MS
ESPORTE
Estadual de Futebol 2021 prossegue com mais quatro partidas neste fim de semana
SAÚDE
Redução de testa: Dermatologista de MS explica sobre melhores formas de tratamento
GERAL
Mulher tem bebê em casa e bombeiros prestam atendimentos
SAÚDE
Endometriose pode afetar 10% das mulheres brasileiras

Mais Lidas

POLICIAL
Homem é preso por roubo na forma tentada no bairro Maria Leite
POLICIAL
Em Corumbá três são presos com mandado de prisão em aberto
INCÊNDIO
Consultório Odontológico pega fogo no Maria Leite
POLICIAL
Polícia Militar de Corumbá prende homem por violência doméstica no Dom Bosco