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Sesi integra Comitê Estadual de Combate ao Aedes aegypti

08 janeiro 2016 - 08h11Assessoria
A partir de agora o Sesi integra, oficialmente, o Comitê de Combate, Controle, Prevenção e Redução do Mosquito Aedes aegypti em Mato Grosso do Sul, que foi criado nesta quinta-feira (07/11) pelo Governo do Estado para, com o apoio de outras 26 instituições, auxiliar no monitoramento dos locais com foco do vetor da dengue, febre chikungunya e zika vírus. A cerimônia de oficialização da força tarefa estadual foi realizada na Governadoria, em Campo Grande (MS), com a presença do governador Reinaldo Azambuja e do ministro da Saúde, Marcelo Castro. Segundo o superintendente do Sesi, Bergson Amarilla, o trabalho é colaborativo e vai fazer com que todas as iniciativas voltadas para o combater o mosquito Aedes aegypti sejam otimizadas. “O grande problema hoje é conscientizar a comunidade em relação aos cuidados para eliminar todos os focos do mosquito nas casas. Nesse sentido, o Sesi, em parceria com a Fiems, DGPC e TV Morena, já vem realizando um trabalho de disseminação dessas informações nos bairros da Capital, uma parte importante da campanha”, disse, referindo-se à Campanha Guerra ao Mosquito Aedes aegypti iniciada em 21 de dezembro do ano passado. O governador Reinaldo Azambuja disse que o objetivo do Comitê será de prestar auxílio nas ações de monitoramento do combate ao mosquito. “A luta contra o Aedes aegypti envolve toda a sociedade e não é só o Estado e a União. Somente com o engajamento de todos cuidando uns dos outros é que vamos eliminar os focos desse vetor dessas três doenças muito graves”, declarou, destacando a importância do aumento da gratificação de R$ 128 para R$ 300 mensais aos agentes comunitários de saúde para elevar a produtividade no combate ao mosquito Aedes aegypti. Já o ministro da Saúde, Marcelo Castro, ratificou a ambiciosa meta de visitar todos os lares brasileiros até o fim de janeiro. “Tivemos 30 anos de convivência com o Aedes aegypti. Contemporizamos com o mosquito e foi um erro fatal”, afirmou, citando as mais de 800 mortes registradas por dengue no País e fazendo referência à situação nova da microcefalia epidêmica com a transmissão pelo mosquito. “A grande esperança está na vacina, embora a perspectiva dos cientistas é de que a disponibilidade de imunização contra a febre chikungunya e o zika vírus deva demorar de quatro a cinco anos”, pontuou.

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