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Quatro famílias são multadas e tem luz cortada por erro da Energisa

22 março 2017 - 17h39Sylma Lima

Em Setembro de 2016 compareceram numa alameda, na Rua Colombo, alguns fiscais da Energisa, concessionária de energia elétrica de Mato Grosso do Sul (MS), para fazer vistoria nos relógios de medição. Segundo os moradores do conjunto familiar, onde existem seis imóveis, sendo que três estão vazios, os fiscais acharam um fio suspeito e disse que era “gato”, sem contudo chamar polícia para fazer o boletim de ocorrências por furto de energia. A família residente onde foi encontrado o fio “suspeito” disse que o mesmo era para ligar um ar condicionado 220 volts, mas que passava pelo padrão, “não furtamos luz, muito pelo contrário, pagamos contas altíssimas e em dias”, disse a moradora, “apenas puxamos um fio da rede bifásica que está no mesmo lugar”. Ocorre que passados vários meses, na data desta segunda-feira, 21 de março, alguns moradores tiveram o fornecimento de energia cortado, sem explicações. Intrigado, um policial aposentado buscou a companhia para esclarecer o que estava ocorrendo e descobriu que teria que pagar R$ 2,5 mil referente a uma “irregularidade” encontrada no seu padrão para ter sua luz religada, “e detalhe, não aceitam o parcelamento em menos de R$ 1,8 mil, por um crime que não praticamos”, disse A.I.

O policial encontrou as notificações da empresa em um dos imóveis vazios e descobriu que todos os moradores da referida alameda foram multados. Sem luz, procurou o Procon que abriu processo para investigar a irregularidade e descobrir do que os moradores são acusados. A gerente do Procon em Corumbá, Luciane Andréia Sampaio, considerou a atitude arbitraria. As famílias estão acionando advogados para entrar com pedido de indenização por dano moral, “quando sai deixei minha TV ligada, cortaram minha luz e agora fui testar a TV no vizinho onde passei a noite, sumiu a imagem, só aparece a voz”, disse explicando que vai exigir indenização por parte da empresa, que também infringiu o código de defesa do consumidor por suspender o fornecimento de serviços essências e sem a presença do dono da casa.

O Procon deu prazo para a concessionária religar os padrões, contudo até o fechamento da matéria a empresa não cumpriu a determinação. Quatro famílias foram multadas em R$ 2,5 mil sem nenhuma prova de irregularidade e tiveram o fornecimento de energia suspenso. No local quatro famílias foram multadas sem saber a razão.

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