Menu
sábado, 17 de abril de 2021
Ambiental MS Pantanal - Aegea
Andorinha Fevereiro
Geral

Olarte, esposa e mais dois têm prisão temporária decretada pela Justiça

15 agosto 2016 - 10h08Campo Grande News

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) cumpre em Campo Grande quatro mandados de prisão temporária contra o ex-vice-prefeito, afastado da função de prefeito, Gilmar Olarte (PROS), e sua esposa, Andreia Olarte, além de outras duas pessoas. Policiais do grupo, ligado ao MPE (Ministério Público Estadual em MS), amanheceram na residência do ex-vice-prefeito, nesta segunda-feira (15).

Em nota, o MPE também afirma que estão sendo cumpridos outros seis mandados de busca e apreensão na residência do casal, onde os policiais permanecem neste momento, na empresa de estética da Andreia Olarte, nas residências de Ivamil Rodrigues de Almeida e Evandro Simões Farinelli, além das empresas de ambos. Contra eles também há mandados de prisão.

As prisões e os mandados fazem parte da Operação Pecúnia e foram pedidas por meio da investigação que apura prática de crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa e falsidade ideológica. A ação seria desdobramento da Operação Adna Contra Olarte, cuja investigação atribui à Olarte o crime de corrupção passiva. Adna é a sigla da igreja Assembleia de Deus Nova Aliança, que, em Campo Grande, foi fundada pelo ex-prefeito.

Ainda de acordo com o Ministério Público, as investigações começaram com a quebra de sigilo bancário de Andréia Olarte e de sua empresa, além de informações de que, entre 2014 e 2015, enquanto Gilmar era prefeito, a esposa adquiriu vários imóveis em Campo Grande, alguns em nome de terceiros.

Os pagamentos teriam sido feitos em “elevadas quantias”, fazendo-o, ora em dinheiro vivo, ora por transferências bancárias e depósitos, os quais, “a princípio, são incompatíveis com a renda do casal”.

Segundo a investigação, Andreia e Gilmar contaram com a ajuda de Ivamil Rodrigues, corretor de imóveis e que seria braço direito do casal nas aquisições “fraudulentas”. Evandro Farinelli seria a pessoa que cedia o nome para que as aquisições fossem feitas em nome de Andréia Olarte.

Operação - Nesta manhã, o Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão na residência dos dois. Até o momento, a movimentação foi de policiais revistando os dois veículos deles, estacionados na garagem da casa. Mais cedo, o advogado de Olarte, Jail Azambuja, entrou na residência, onde permanece até agora. O ex-vice-prefeito chegou a dizer que não haveria mandado de busca e apreensão contra ele e a esposa.

Na sede do Gaeco, no Parque dos Poderes, uma equipe de policiais chegou carregando um material depositado em uma espécie de saco preto. Eles não falaram com a imprensa.

 

Deixe seu Comentário

Leia Também

Geral
SES lança serviço de consulta a resultados de exames da Covid-19 no próprio site
GERAL
Deputada visita Hemonúcleo de Corumbá e constata caos
GERAL
Salão de Beleza em Ladário pega fogo
COVID-19
Corumbá destaca-se em número de altas a pacientes com Covid
GERAL
Cassems realiza Assembleia Geral Ordinária para prestação de contas no dia 22
GERAL
UFGD e Prefeitura de Ladário querem ampliar projetos na Base Baía Nega
ACESSIBILIDADE
Projeto de Lei obriga símbolo do TEA em placas de atendimento prioritário
GERAL
Prazo para preenchimento do PGDI começa nesta quinta-feira
DIREITOS HUMANOS
Agressões contra crianças aumentaram na pandemia, diz especialista
GERAL
Projeto de Lei prevê publicação de lista de espera de procedimentos médicos na internet

Mais Lidas

COVID-19
Corumbá destaca-se em número de altas a pacientes com Covid
GERAL
Salão de Beleza em Ladário pega fogo
OPERAÇÃO
Polícia Federal investiga fraude em Concurso Público
GERAL
Deputada visita Hemonúcleo de Corumbá e constata caos