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MS deve ficar de fora de nova greve dos caminhoneiros, garante sindicato

04 setembro 2018 - 11h02Midiamax

Após a UDC (União dos Caminhoneiros do Brasil) anunciar a possibilidade de uma nova greve dos caminhoneiros para o próximo domingo (9), fica a dúvida se a categoria no estado realmente deve seguir as entidades nacionais. Procurado pelo Jornal Midiamax, o presidente do Sindicam-MS (Sindicato dos Caminhoneiros de Mato Grosso do Sul), Roberto Sinai, informou que a categoria não deve fazer paralisação.

Enquanto a UDC pede atenção do governo federal quanto aos acordos feitos durante a última greve, em maio, e a dissolução da atual diretoria da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), a categoria em MS afirma estar satisfeita com os acordos firmados. Sinai explica que, apesar da elevação dos preços para a comercialização do diesel pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) em 13%, o setor não deve ser prejudicado.

“Pela primeira vez na história se conquistou a tabela de frete, que diz que todo aumento será acompanhado. Não precisamos nos preocupar porque vamos conseguir recuperar com os reajustes do óleo diesel com o reajuste no valor do frete”, explica o presidente do sindicato.

O presidente do sindicato comenta que, apesar de não conseguirem todas as reivindicações, a greve realizada em maio deste ano foi muito benéfica para o setor de transportes. Entre os pedidos atendidos estão a regulamentação do setor de transportes e o reajuste da tabela de frete. “Não há burburinhos de paralisação, não temos motivos para paralisar, o governo está cumprindo o que foi tratado. Tem um grupo que não representa os transportes fala em greve e paralisação, mas os movimentos que tem representatividade, os sindicatos e instituições, não estão dispostos a parar. Precisamos trabalhar, não podemos paralisar neste momento tão importante na história do país”, afirma Sinai.

Entre os caminhoneiros, uma nova greve também é uma possibilidade remota. O caminhoneiro Bruno Henrique foi um dos trabalhadores à frente do movimento dos caminhoneiros em frente ao posto Caravaggio, em Campo Grande, mas afirma que a nova paralisação ainda é uma discussão nos grupos de Whatsapp. “Eu vejo nos grupos, onde tem muitos comentários, mas não há certeza, é bem vago ainda. Estou na Bahia no momento e aqui também tem comentários, mas é só comentário por enquanto”, diz.

Reflexo da greve

Vale lembrar que as consequências da última paralisação afetaram várias regiões do país e, em algumas, provocou carência no abastecimento de alimentos e muita confusão. A estimativa pelo governo do prejuízo econômico gerado pela última paralisação chega a R$ 15,9 bilhões.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou no dia 31 o avanço de 0,2% do PIB (Produto Interno Bruto) no segundo trimestre do ano, refletindo a baixa econômica pelo país.

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