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Movimento contra abusos da Energisa cresce em todo MS

06 fevereiro 2019 - 10h35Venício Leite

Consumidores de energia elétrica de quase todos os municípios de Mato Grosso do Sul, revoltados contra a Energisa pelo abusivo e brutal reajuste das tarifas, uma vez que existem inúmeros casos de aumento acima de 500% da média anual cobrada, engrossam cada vez mais o movimento popular “Energia Cara Não”, que está coletando assinatura para abaixo assinado/denúncia, que será encaminhado à Aneel nas próximas semanas.

O idealizador da campanha, Venício Leite, informa que além do formato digital, que pode ser acessado e preenchido online pela página do facebook: @energiacaranao, o movimento está mantendo também postos volantes de arrecadação de assinatura. No domingo o grupo se instalou em Campo Grande, nos altos da Avenida Afonso Pena, próximo à Cidade do Natal, onde centenas de assinaturas foram coletadas. O resultado só não foi melhor, segundo Venício, devido à chuva que caiu no final de tarde e noite. No próximo fim de semana, sábado e domingo, equipes volantes vão coletar assinaturas na Capital, nas feiras livres, feira central e nos altos da Avenida Afonso Pena.

No interior, muitos consumidores que integraram o movimento “Energia cara não” também estão realizando postos de coletas itinerantes de coletas de assinatura. “As pessoas estão muito revoltadas pois os aumentos de fato são abusivos e o pior é que até agora a direção da Energisa não prestou nenhum esclarecimento público sobre o assunto. Um completo desrespeito com os consumidores”, critica Venício Leite, citando exemplos de pessoas que vinham pagando em torno de R$ 300,00 de energia/mês e que foram surpreendidos em janeiro com contas superiores a R$ 1.000,00. “Um absurdo”, considera.

Venício Leite informa também que “infelizmente” muitos consumidores, mesmo sem ter condições, arrumaram um jeito de pagar essas contas para não ficarem sem energia elétrica em seus lares. O abaixo assinado, extensivo a todas as sucursais da Energisa (de Campo Grande e demais municípios de MS), solicita à Aneel auditoria e suspensão das cobranças, bem como a garantia da manutenção do fornecimento de energia elétrica enquanto não houver resolução das cobranças e tarifas aplicadas junto aos consumidores de Mato Grosso do Sul.

Toda a documentação sobre o assunto, inclusive os abaixo assinados, segundo Vinício Leite, será levada pessoalmente por ele, com o respaldo de parlamentares da bancada do Estado, ao presidente da ANEEL, André Pepitone da Nobrega, provavelmente no final de fevereiro. O líder do movimento disponibiliza seu contato (99153-0100) a todos os consumidores de MS, para esclarecer e orientar sobre o assunto. “Precisamos de voluntários nos municípios do interior para que nos ajudem também nessa coleta de assinaturas em pontos fixos nas cidades. Vamos juntos contra esse abuso inconcebível e impagável da Energisa”, apela Venício Leite.

ENERGISA - Representantes da Energisa estiveram em Chapadão do Sul na segunda-feira e ontem (5) em Cosa Rica para dar explicações sobre o aumento na conta da energia elétrica. Em Chapadão do Sul houve uma reunião com os vereadores e em Costa Rica uma audiência pública, também na Câmara.

De acordo com o site Jovem Sul News, questionados sobre o reajuste exorbitante, os representantes da Energisa disseram que o que aumentou significativamente não foi o valor da energia elétrica e sim os tributos federais e estadual, como PIS, CONFINS e ICMS.

O Vereador Vanderson Cardoso, de Chapadão do Sul está colhendo assinaturas para o abaixo assinado do movimento“Energia Cara Não” lançado pelo consumidor 

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