Menu
sexta, 13 de fevereiro de 2026
Andorinha - Vendas por WhatsApp
Andorinha - WhatsApp
Geral

Mercado financeiro projeta queda de 5,62% na economia este ano

10 agosto 2020 - 11h36Kelly Oliveira da Agência Brasil

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 5,66%25 para 5,62%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 11 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC mantiveram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 1,63%, neste ano.

Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3%, há oito semanas consecutivas. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.

A projeção para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 3% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 4,9% ao ano e para o final de 2023, 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,20, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.

 

Deixe seu Comentário

Leia Também

Justiça
André Mendonça assume relatoria do caso Master após saída de Toffoli
Segurança
Saiba como se prevenir dos golpes financeiros no carnaval
Plantão
Motociclista com suspeita de embriaguez é resgatado inconsciente na BR 262
Plantão
Incêndio atinge quarto de residência no bairro Cristo durante a madrugada
Plantão
Resgate aéreo salva trabalhador ferido por motosserra no Pantanal do Paiaguás
Aeronave da Marinha do realizou o resgate
Tempo
Sexta-feira tem previsão de instabilidade e chuva na região
Corumbá e Ladário têm mínima de 23°C e máxima de 29°C
geral
Plano federal vai beneficiar três aeroportos de Mato Grosso do Sul
Direitos Humanos
Carnaval: 80% das mulheres temem assédio e quase metade já foi vítima
Assistência Social
Mães solo podem receber R$ 600 para pagar creche em MS
geral
Carreta carregada com minério tomba e interdita BR-262

Mais Lidas

Segurança
Operação Ágata Carcará apreende skank, pasta base e cocaína no Lampião Aceso
Educação
Corumbá convoca 20 aprovados em processo seletivo para a Educação
Assistência Social
Mães solo podem receber R$ 600 para pagar creche em MS
geral
Posto no Guarani emite três mil identidades em menos de quatro meses