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Família de ex-miss transex MS ferida junta dinheiro para viagem à França

12 abril 2017 - 10h16Campo Grande News

A família da ex-Miss Transex MS, Rafaela Ferreira, 33 anos, prepara uma arrecadação informal de dinheiro entre amigos e familiares, uma 'vaquinha', para a viagem de pelo menos um parente para visitá-la no hospital onde está internada, na região metropolitana de Paris, na França.

Rafaela, que trabalha como garota de programa no país europeu, ficou gravemente ferida após pular da janela do quarto do quinto andar de um cliente armado que lhe ameaçou de morte, na última segunda-feira.

A operadora de máquinas Maria Aparecida Lima, 46, irmã da vítima, diz estar arrecadando dinheiro com os outros dez irmãos, outros familiares e amigos na cidade de Deodápolis, a 252 km de Campo Grande, onde moram. A expectativa é que alguém viaje até o fim desta semana.

“Estamos tentando juntar dinheiro de alguma forma. Alguém da família precisa ir lá. Ela (Rafaela) precisa de ajuda. Não é nem ajuda financeira, mas ter alguém próximo para ajudar na recuperação”, disse a irmã.

Amigos de Rafaela na Europa relataram à Maria que a vítima teve melhora médica depois de passar por cirurgia. Saiu do coma induzido e já consegue falar poucas palavras. Segue internada, no entanto. A família não tem maiores detalhes sobre o que de fato aconteceu. “Não é nem a prioridade neste momento”, disse a irmã.

Segundo esses amigos, a ex-miss sofreu fraturas nas pernas por supostamente ter caído de pé. “Por isso ela precisa da gente, para dar suporte”, disse.

Amizades – Rafaela mantém uma rotina de morar entre Brasil e Europa desde 2011, quando venceu os concursos de miss transexual da sua cidade e do Estado. Foi neste ano que também obteve o passaporte espanhol e acabou se decidindo por sair do País.

“A conquista (do título de miss) fez ela aumentar muito o círculo de amizades. Com o passaporte europeu ela viu uma oportunidade e decidiu encarar”, disse Maria.

A presidente da ATMS (Associação de Travestis de Mato Grosso do Sul), Cris Stefanny, disse que a associação está apurando os fatos para saber o que pode ser feito em relação ao crime. “Não sabemos o que aconteceu exatamente. Vamos falar com a família e com o conselho para ver que providência pode ser tomada, mas deve envolver a embaixada brasileira, porque ela está na França e fica mais difícil", apontou.

 

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