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FAB suspeita de tráfico e intercepta a tiro avião durante operação

25 abril 2018 - 15h40Campo Grande News

A FAB (Força Aérea Brasileira) interceptou a tiro uma aeronave suspeita de tráfico no norte de Corumbá, próximo à fronteira com a Bolívia, na manhã desta quarta-feira (25). Na missão, além de três caças A-29 Super Tucano, foi empregada a aeronave radar E-99 da FAB. A ação ocorre durante os trabalhos da Operação Ostium.

A ação faz parte da Operação Ostium que coíbe ilícitos transfronteiriços, em conjunto a Polícia Federal e órgãos de segurança pública. As primeiras informações foram divulgadas pela FAB no Twitter.

De acordo com as publicações, os militares do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, o PARA-SAR, também estão na missão. Na interceptação, além de três caças A-29, também foi empregada a aeronave radar E-99 da FAB. Para as buscas, os militares estão utilizando um helicóptero H-60 Black Hawk.

Durante a ação contra o bimotor Baron, foram adotadas as medidas de policiamento do espaço aéreo, que não foram respeitadas. Por isso, o A-29 teve de realizar o tiro de detenção, provocando o pouso forçado do avião em um lago no Parque Nacional do Pantanal sul-mato-grossense.

Operação - A Ostium é uma operação de reforço na vigilância do espaço aéreo sobre a região de fronteira do Brasil, realizada desde o início de 2017 pela Força Aérea Brasileira. O objetivo é coibir voos irregulares que possam estar ligados a crimes como o narcotráfico.

Em um primeiro momento, em março deste ano, houve o deslocamento de estruturas compostas por radares e/ou aeronaves para a região de fronteira com Paraguai, Argentina e Bolívia.

Nessa primeira fase, já encerrada, as cidades de Chapecó (SC), Corumbá (MS), Dourados (MS), Campo Grande (MS), Cascavel (PR) e Foz do Iguaçu (PR) receberam reforços de tropas e equipamentos para atuar no combate a tráfegos ilícitos. O resultado foi uma média de quatro interceptações de aviões irregulares por dia, apenas nessas regiões.

Durante o ano, outras fases da Operação Ostium foram deflagradas, em diferentes pontos da faixa de fronteira. A diferença para a primeira delas, de caráter dissuasório, é que fases posteriores estão sendo sigilosas. O objetivo é, a partir do elemento surpresa, levar a zero o número de tráfegos ilícitos na fronteira.

As ações estão sendo coordenadas a partir do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), localizado em Brasília (DF), e fazem parte do Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF), do Ministério da Defesa.

 

 

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