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Defesa de Puccinelli busca alternativa judicial para não pagar fiança de R$ 1 milhão

15 maio 2017 - 12h53Gesiane Medeiros

O prazo para o pagamento da fiança R$ 1 milhão exigida pela Justiça Federal a André Puccinelli (PMDB), ex-governador de Mato Grosso do Sul (MS), expira hoje (15), às 18 horas, mesmo assim, segundo publicado no Campo Grande News, a defesa do político continua a busca de alternativas judiciais para reverter tal exigência.

“Estou estudando outra possibilidade”, afirma o advogado Renê Siufi. Ele conta que está em São Paulo desde o fim de semana devido a outros compromissos e vai monitorar a situação à distância. O advogado deve retornar amanhã a Campo Grande. Sobre Puccinelli, Siufi diz que ninguém, na situação que o político está, ficaria tranquilo.

Puccinelli foi alvo da 4ª fase da operação Lama Asfáltica da Polícia Federal (PF), que investiga desvio de verba pública em licitações, na última quinta-feira (dia 11), a Justiça indeferiu o pedido de prisão preventiva, mas determinou pagamento de fiança no valor de R$ 1 milhão no prazo de dois dias úteis e uso de tornozeleira eletrônica.

A defesa alega que Puccinelli tem R$ 2,3 milhões bloqueados judicialmente e por isso não tem condição de pagar a fiança. O argumento não foi aceito pela Justiça, que manteve o prazo e a cobrança.

No mesmo dia em que André foi levado para prestar esclarecimentos na Polícia Federal em campo Grande, na última quinta-feira (11), o político cedeu entrevista ao Capital do Pantanal por telefone, na ocasião ele negou as acusações e afirmou que as perguntas são sempre as mesmas de depoimentos anteriores. “Não há nada novo no caso, tudo que tinha que falar sobre o assunto já foi dito”.

A juíza substituta da 3ª Vara Federal de Campo Grande, Monique Marchioli Leite, ainda determinou outras medidas cautelares diversas da prisão: proibição de se ausentar da Capital por mais de dez dias sem prévia autorização judicial, recolhimento noturno a partir das 21h, proibição de estabelecer contato com os demais investigados e comparecimento mensal em juízo.

Em caso de descumprimento de qualquer uma das condições, poderá ser decretada a prisão preventiva. A 3ª Vara Federal é especializada em crimes de lavagem de dinheiro, ocultação de bens e valores e crimes contra o SFN (Sistema Financeiro Nacional).

Com informações do Campo Grande News

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